<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678</id><updated>2011-08-26T09:41:11.808-07:00</updated><title type='text'>O Melhor Poeta</title><subtitle type='html'>Prometo buscar na essência das palavras o significado da enunciação. E nessa busca, ser algo mais
que um professor, um mestre que quer dignificar sua profissão e ser para meus alunos um exemplo de
luta constante à procura da sabedoria.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>39</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-3887787199114177509</id><published>2011-02-16T13:23:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T13:38:35.380-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h3 style="text-align: justify;" class="post-title entry-title"&gt; Vestibular e sua complexidade. &lt;/h3&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="post-header"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;span style="font-size:x-small;"&gt;Considerações importantes:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:x-small;"&gt;  &lt;b&gt;*&lt;/b&gt; Um breve histórico: terminei meu ensino médio em 2007. Em  2008, cursei nutrição e abandonei no final do ano para prestar  vestibular para medicina no outro ano. Em 2009, dediquei-me com todo  vigor para passar em medicina de primeira na UFC, o que infelizmente não  aconteceu. Já em 2010, mesmo não estudando tanto quanto o ano anterior,  consegui passar no vestibular da UFRN.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:x-small;"&gt; &lt;b&gt;*&lt;/b&gt; Esse &lt;i&gt;post &lt;/i&gt;é dedicado àqueles que vão prestar vestibular,  principalmente àqueles que buscam cursos difíceis, como o de medicina.  Quando estava iniciando inocentemente o “cursinho”, prometi escrever  esse &lt;i&gt;post &lt;/i&gt;depois de aprovado para esclarecer certos aspectos  desconhecidos por muitos vestibulandos, afim de que não fiquem tão  desamparados e perdidos quanto fiquei. Então caso você seja experiente  demais em vestibulares, provavelmente irá ficar entediado com esse &lt;i&gt;post&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:x-small;"&gt;&lt;b&gt;*&lt;/b&gt; Orgulho-me em dizer que tudo  aqui apresentado é conhecimento adquirido nos meus dois anos de  "cursinho",  portanto não houve extração de conteúdo de nenhuma página  da Internet. Compreendo que o post é bem grande, mas acredito que é uma  experiência que vale a pena ser compartilhada, que vale a pena ser lida.  Os assuntos principais estão grafados em negrito. Boa leitura!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  "Vestibular" é uma palavra que possui várias, várias definições. Eu,  você, seu amigo(a), seus pais, seus familiares, seus professores, cada  um lhe dá uma definição diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que muita gente não enxerga é que o vestibular não é apenas um  processo seletivo, um exame de grande importância o qual se faz,  geralmente, no final do ano. Vestibular é uma época de nossas vidas, é  também um estilo de vida. O fato de as pessoas a sua volta não  compreenderem a seriedade e a complexidade do vestibular nos gera muito  estresse e chateação.&lt;br /&gt;  Nesse &lt;i&gt;post &lt;/i&gt;irei escrever baseado na minha definição de  "vestibular", buscando generalizá-la com base na experiência de pessoas  que conviveram comigo durante minha jornada, como professores e outros  alunos.&lt;br /&gt;  Vamos fragmentar essa postagem a partir daqui para uma melhor compreensão. Os tópicos aqui trabalhados serão os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;b&gt;-&lt;/b&gt; Vestibular, uma época de nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;-&lt;/b&gt; Vestibular, um estilo de vida.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;-&lt;/b&gt; Afinal, existe um segredo, uma fórmula para passar no vestibular?&lt;br /&gt;&lt;b&gt;-&lt;/b&gt; Dicas importantes.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;-&lt;/b&gt; Reprovado? Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;           Vestibular, uma época de nossas vidas.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Todo o período entre o final do seu ensino médio e a sua admissão  numa universidade é definido pelo vestibular. Quando você estiver  formado pelo seu respectivo curso de graduação e for tomar um café com  um amigo de juventude, irá falar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se lembra daquela garota do tempo em que a gente estudava pro vestibular?&lt;br /&gt;  Apenas um exemplo ridículo, mas que não deixa de ser verdade.&lt;br /&gt;  Definitivamente, vestibular é um marco de nossas vidas.  Imperceptivelmente, é nesses meses que aprendemos muita "coisa da vida" e  amadurecemos, principalmente com as derrotas. Essas são calos que são  necessários para subirmos mais um degrau dessa longa e cansativa  jornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;          Vestibular, um estilo de vida.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda ação que você tome no seu dia passa pela "comissão avaliadora do  vestibulando", que todo vestibulando tem em sua cabeça. Cair na tentação  de ir contra essa comissão é quase certo que você venha sentir aquele  velho "peso na consciência".&lt;br /&gt;  Está com vontade de tirar aquela soneca depois do almoço, ou assistir  filme com os amigos, ou ir à praia? Mas não devia estudar? E agora?  Momento de reflexão...&lt;br /&gt;  Caso você decida não estudar, mesmo que você tenha se divertido  bastante com sei lá o que você tenha feito, lá dentro da sua cabeça você  escuta: "Você perdeu tempo de estudo! Seu concorrente está um passo na  sua frente, pois ele não deixou de estudar!". É nessa hora que você pira  uma vez de tantas durante todo seu período de pré-vestibular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tantos episódios de "peso na consciência", você finalmente  aprende que sua vida é comandada pelo bicho vestibular. Quando você está  muito experiente com vestibulares, começa a rejeitar as coisas  automaticamente, sem perceber, embora algumas dessas coisas você tenha  condições de ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;          Afinal, existe um segredo, uma fórmula para passar no vestibular?&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  É claro que não.&lt;br /&gt;  É inocência demais pensar isso. Porém a certos pontos-chave para a aprovação acontecer.&lt;br /&gt;  Uma professora de inglês que tive, Jácer Pessoa, simplificava  vestibular a quatro aspectos que se deve ter na hora da prova:  conhecimento, psicológico, tempo e sorte. Particularmente, acho uma boa  simplificação, embora uma simplificação complexa, se é que você me  entende.&lt;br /&gt;  Todavia vestibular não se trata apenas da prova, ou de seu momento.  Por isso, convém-me abranger mais esses pontos colocados por tal  professora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;# Conhecimento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  Conhecimento está relacionado à inteligência. Biologicamente falando,  a inteligência está ligada ao desempenho do sistema nervoso de cada  indivíduo. A forma como se recebe e assimila informações do ambiente é  variável em cada organismo, assim como a maneira como se resgata essas  informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, não se deve acreditar que há para todos apenas uma melhor  maneira de aprender. Na verdade, cada um tem o seu melhor jeito de  aprender. Você só saberá o seu tentando os vários &lt;b&gt;métodos de aprendizagem&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;  Eu, por exemplo, prestava bastante atenção nas aulas, copiando apenas  o necessário - com exceção de certas aulas, como de biologia em que o  professor desenhava bons esquemas.&lt;br /&gt;  Outra coisa que fazia era, na hora da leitura, grifar frases-chave ou  palavras-chave. É importante saber o que são frases-chave - isso você  aprende com o tempo. Esses grifos terão suma importância na hora das  revisões. Sabendo grifar corretamente, você se lembrará do que é  realmente importante de uma forma rápida e prática.&lt;br /&gt;  Porém, o que eu considero de mais importância para a memorização é a repetição, o que é bastante trabalhada com &lt;b&gt;exercícios&lt;/b&gt;,  principalmente com os escritos. Os vestibulares de todos os lugares  podem ser bastante repetitivos. Portanto, com exercícios, você além de  trabalhar a memorização, está também aprendendo o que os processos  seletivos querem que você saiba, ou seja, as matérias que mais “caem” na  prova. Com um tempo você começa a ficar “macetado”, como dizem. Nessa  hora, você já vai saber a resposta de certas questões mesmo antes de não  haver terminado de ler o enunciado. Sério!&lt;br /&gt;  Dentre outros métodos, há a criação de resumos, a leitura em voz alta, a repetição da leitura, o famoso "memorex".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim conhecimento é algo que você conseguirá apenas se realmente estudar. A quantidade necessária de&lt;b&gt; horas diárias &lt;/b&gt;de  estudo sozinho - apenas você e os livros - é variável de pessoa para  pessoa. A minha média, na época dos bons meses de desempenho, era 7  horas. Já na época da minha segunda tentativa, minha média era 4, 5  horas. Note que estou falando de média. Em 2009, houve dias em que  estudei 8, 9 horas, dormindo 4 horas por dia, mas em outros estudei 5, 6  horas. Já em 2010, houve dias em que estudei o dia todo, mas em outros  dormi a tarde quase toda.&lt;br /&gt;  Não se pode esquecer que seu aprendizado depende do desempenho do seu  organismo, que, por sua vez, depende de sua saúde. Por isso, uma &lt;b&gt;alimentação&lt;/b&gt; adequada e um bom &lt;b&gt;sono &lt;/b&gt;são essenciais.&lt;br /&gt;  Se achar necessário, consulte um nutricionista. Com certeza, valerá a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A respeito do sono, é algo que também varia de pessoa para pessoa. O  ideal é dormir  o suficiente para não se sentir indisposto no outro dia.  Vou dar um exemplo claro: quando eu durmo oito horas de duração,  sinto-me bem dormido, descansado. Quando durmo seis horas não me sinto  bem dormido, embora não me sinta indisposto. Já quando durmo quatro,  cinco horas, sinto-me indisposto e sonolento. Entendeu? Quem vai  descobrir qual é a sua "seis horas" é você. Note também que, com um  tempo, você pode se acostumar com certa quantidade de horas de sono,  tornando-a sua "ideal". Aos trezes anos, a minha quantidade "ideal" era  oito horas; hoje, é seis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Atividades físicas&lt;/b&gt; também são válidas. No meu caso, tentei fazer  academia no começo de 2010. Porém com dois meses parei, porque estava  chegando ao final do dia muito cansado, não conseguia mais estudar à  noite. Há quem faça caminhadas, ioga, esportes de todos os tipos. É bom  tentar fazer algo. Essas atividades, quando não exageradas, dão  disposição e “desestressam”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;#Psicológico&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Trata-se de uma palavra banalizada que se refere, no nosso caso,  principalmente aos aspectos emocionais do vestibulando. Fala-se que  devemos ter o "psicológico forte" tanto na hora da prova, quanto durante  sua preparação para o exame, e isso é uma tarefa difícil.&lt;br /&gt;  É o psicológico que mais desgasta e estressa os vestibulandos,  principalmente aqueles que estão há mais tempo tentando. Encarar a  "comissão avaliadora do vestibulando" em cada ação que se toma no dia é  realmente cansativo. Lidar com toda a pressão que se tem durante essa  época é uma tarefa árdua e pouco reconhecida pelas pessoas que não estão  passando por isso.&lt;br /&gt;  Diga-me, se você estivesse passando por isto...&lt;br /&gt;&gt; Você só estudou 60% de todo o conteúdo e está nas vésperas do vestibular.&lt;br /&gt;&gt; Seus amigos estão na faculdade - em alguns casos, até já saíram -, e você ainda está no "cursinho".&lt;br /&gt;&gt; Seu irmão, ou seu primo, ou seu cunhado já foi aprovado, e você  ainda está tentando. Consequências: perguntas chatas e até insensíveis  de seus familiares.&lt;br /&gt;&gt; Você não tem dinheiro para sustentar seu "cursinho", e essa é sua última chance.&lt;br /&gt;...você não enlouqueceria também?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas fazer o que, caro vestibulando? Essa é a vida. Se você se  desesperar, não conseguirá tomar as decisões corretas. Por isso, nessas  horas, procure ser frio e racional. Certos casos, será necessário  bastante maturidade para superar as dificuldades.&lt;br /&gt;  Portanto meu humilde conselho para o psicológico é o seguinte:  reserve um tempo para procurar soluções para seus problemas, se for o  caso. Busque ser calmo na hora das dificuldades e nunca esqueça dos  frutos que colherá depois da longa semeadura, nunca! Lembrar-se do final  do percurso de nossos trajetos nos dá força para continuá-los com  perseverança.&lt;br /&gt;  Já na hora da prova, é importante que você esteja ciente de que fez o  que pôde - ou muito do que pôde, sendo mais realista. Então faça o que  pode antes do exame para não sentir tanto "peso na consciência" no  grande dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se também que aquelas folhas de papel não vão te engolir. Soa  ridículo, mas é verdade. Portanto não se deve sentir medo da prova.  Sempre menospreze-a. Às vezes, a resposta é simples, mas você faz uma  tempestade em um copo d'água, achando que a questão precisa de um  raciocínio genial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;concentração&lt;/b&gt;, momentos antes de começar a prova, é essencial  para se fazer um bom exame. Sempre faço isso. Sento-me uns quinze  minutos antes de começar a prova e reviso, na minha cabeça, o que  preciso fazer na hora da prova, como tempo médio de cada questão, que  matérias resolver primeiramente, erros que não posso cometer - esses  aspectos serão discutidos melhor a seguir. Isso até ajuda você a se  acalmar, pois você está pensando em algo que não seja “Meu Deus, se me  der mal, volto para o cursinho de novo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;#Resolução de provas.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Acho mais correto falar sobre resolução do que tempo. Para fazer uma  boa prova, é fundamental que você conheça a prova como a palma da sua  mão. É aí que entram os importantíssimos simulados.&lt;br /&gt;  Sobre a prova você deve conhecer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;i)&lt;/b&gt; Seu &lt;b&gt;conteúdo&lt;/b&gt;: o que “caí” e o que deixa de “cair”? o que é mais cobrado? Você deve dominar as matérias prováveis de “cair” na prova.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ii)&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Nível de dificuldade&lt;/b&gt; das questões: quantas questões  fáceis, moderadas e difíceis a prova tem? Você precisa iniciar a prova  fazendo as questões mais simples. Precisa saber também, em poucos  segundos, quando uma questão deve ser “pulada”, deixada para ser  resolvida no final, caso haja tempo. Isso você deve aprender com os  simulados. Começar a prova pelas disciplinas de maior domínio também é  importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;iii)&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Tempo médio&lt;/b&gt;  para cada questão. O tempo de prova é muito importante. Quando estiver  simulando as provas é bom que você treine com uma média menor do que a  real. Por exemplo, se você deve fazer uma questão da prova em três  minutos, tente fazer, no simulado, em dois minutos e meio. Além disso,  procure ser apressado na hora de fazer exercícios. É comum não marcamos  tempo para resolver exercícios, e essa é uma boa hora para se treinar o  tempo de questão. Lembre-se que estamos falando de uma média. Haverá  questões em que você perderá quatro minutos, mas em outras perderá  apenas dois. O tempo médio serve apenas para se ter uma noção,  ajudando-te a não se "perder" na prova.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;iv)&lt;/b&gt; Disciplinas que possuem maior &lt;b&gt;desvio padrão&lt;/b&gt;. Tenho  quase certeza que foi isso que me colocou dentro da universidade. A  maioria dos vestibulares lhe dá pontos a mais se você foi bem em uma  disciplina em que a maioria não foi. Na maioria dos casos, as  disciplinas de maior desvio padrão são física e matemática.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;No meu caso, física foi a minha carta na manga. Então pare de se  bloquear para certas matérias, principalmente essas duas, e dê um jeito  de aprendê-las. Isso vale também para determinados assuntos de uma  disciplina.&lt;br /&gt;  Procure estar sempre fazendo &lt;b&gt;simulados&lt;/b&gt;. Em 2010, foram poucos  os finais de semana que deixei de fazê-los. Em 2009, passei o ano  treinando e estudando quase que apenas para a primeira fase, uma prova  objetiva e, portanto, culpo a minha reprovação à falta de treinamento  com simulados  para a segunda fase.&lt;br /&gt;  Simulados são muito cansativos, mas são de suma importância, por isso  se esforce para fazê-los. Depois de muitos simulados e exercícios, você  começará a pegar os "macetes" das questões. Você encontrará estes  seguintes, dentre muitos outros:&lt;br /&gt;- Desconfie de itens com palavras como "apenas", "exceto", "todos", entre outras.&lt;br /&gt;- Em algumas questões, o maior item, o mais "bonito", é a resposta correta. Parece piada, mas acontece.&lt;br /&gt;- Preste bastante atenção no comando das questões. Às vezes, a questão  pode possuir alternativa corretas, mas erradas para o comando.&lt;br /&gt;- Certas questões, possuem a resposta implícita no enunciado. Cabe a você interpretá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;#Sorte&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os céticos acham que esse é um ponto inválido a se discutir, mas  acho que devo minha aprovação a isso também. Particularmente, eu  considero Deus a minha sorte. Sempre considerei. Não sou um super crente  que tem uma religião definida, mas acredito em Deus e agradeço-o pela  minha aprovação.&lt;br /&gt;  Claro que não iremos abrir espaço para discutir sobre religião, mas  uma coisa é certa: não adianta você estudar feito um condenado, dominar a  resolução da prova e chegar bem psicologicamente no exame se você  receber uma prova em que há os assuntos que você menos domina.&lt;br /&gt;  "Ah, mas e se eu estudar muito e dominar tudo, ou a maioria?!". Acho  essa pergunta ridícula! Queiram me desculpar a arrogância, mas quando se  fala de aluno que acha que sabe demais, fico logo estressado.&lt;br /&gt;  Por quê? Porque não existe tal aluno. Concordo que existam  superdotados, mas são poucos. Ouvi um dia que certo professor de  história falou: "Não tenho aluno bom, nunca tive e nunca terei, pois o  aluno nunca sabe o suficiente". Está errado? Claro que não.&lt;br /&gt;  Um professor meu também já falou: "Você sabe a diferença do professor  para o aluno? É que o professor estuda mais". Então, pode morrer de  estudar, caro vestibulando, mas você nunca saberá o suficiente. Se  professor, que sabe tanto, sempre está aprendendo, imagine você.&lt;br /&gt;  Enfim, esse desabafo foi para lhes explicar que sorte, qualquer que  seja a sua, ajuda no vestibular, mas não é um fator que você deve  contar, entendeu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;           Dicas importantes&lt;/u&gt;&lt;u&gt;.&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;Redação &lt;/b&gt;é uma das chaves da aprovação. Já cansei de escutar  histórias de pessoas que deixaram de passar devido apenas à redação.  Isso porque os processos seletivos colocam o requisito "escrever segundo  a norma culta" como uma das prioridades que o aluno deve saber ao  entrar na universidade.&lt;br /&gt;  Você que está procurando tirar vantagem da maioria dos seus  concorrentes, aqui está uma oportunidade. Não são poucos os alunos que  deixam a redação de lado. E ainda há muitos que, mesmo indo atrás de  melhorar, não apresentam progresso significativo. Afinal, português é  uma das matérias mais desvalorizadas  pelos alunos do ensino  fundamental, perdendo apenas para matemática.&lt;br /&gt;  De fato, nós não sabemos escrever bem. Portanto se você se esforçar  bastante nesse ponto, você abrirá vantagem na frente de muitos alunos.  Procure fazer, pelo menos, uma redação por semana sem falta, embora o  ideal sejam duas.&lt;br /&gt;  Você terá mais facilidade de escrever redações se ler e escrever  bastante. A leitura enriquece seu vocabulário, enquanto a escrita lhe dá  facilidade para buscar aquelas palavrinhas que você passaria tempos  pensando. Escrever em diário ou em blog pode ajudar muito.&lt;br /&gt;  Um curso de redação pode ser muito útil. Os professores, geralmente,  ensinam-lhe uma estrutura de redação para facilitar você tirar uma nota  alta. Fiz esses cursos há muito tempo, quando queria nutrição. Para  medicina, o que sei, que não é muito, aprendi apenas treinando redação  nos laboratórios de correção, assistindo as aulas de português e, é  claro, lendo, coisas essas que todos os alunos precisam fazer.&lt;br /&gt;  Sempre senti dificuldade de escrever. Achava chato. Detestava na  verdade. Deixei de fazer redação muitas vezes, e isso foi um grande  erro. O resultado disso foi que obtive uma nota regular nesse quesito  nos vestibulares que fiz e, por isso, não faltou muito para ser  reprovado pela segunda vez. Já hoje gosto de escrever, talvez porque não  seja mais uma obrigação.&lt;br /&gt;  Uma dica valiosa para progredir nas notas das redações é sempre  revisar, antes de começar uma nova, as que já foram corrigidas. Isso  ajuda a você não cometer o mesmo erro.&lt;br /&gt;  Alguns professores de redação já me falaram para "passar a limpo" as  redações corrigidas, mas nunca me dispus a fazer isso, pois não  conseguia ver uma grande utilidade nisso, além de não ter tempo de sobra  para isso. Outra dica de um professor que tive é fazer o rascunho de  caneta, e não de lápis. Assim, segundo ele, você se obriga a não errar.  Acho isso um pouco demorado, mas se deve conseguir com a prática.&lt;br /&gt;  Uma dica valiosa para o dia do exame é esta: caso você precise fazer a  redação e outras provas em um mesmo dia, algo bastante comum nos  vestibulares, comece pela redação. Assim, supondo que você se "perca no  tempo", você poderá "chutar" o gabarito das questões, algo que não daria  para fazer se a redação ficasse por último. É um simples detalhe que  muitos alunos não percebem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O&lt;b&gt; acúmulo de conteúdo&lt;/b&gt; é um dos piores pesadelos de qualquer  vestibulando e é algo que ocorre frequentemente. Ou você aprende a  conviver com isso, ou enloquece de vez. E você não quer isto, não é?&lt;br /&gt;  O programa de estudo é muito grande em qualquer que seja o  vestibular. Então você não conseguir acompanhar em casa todas as aulas  do dia é normal. Sempre haverá aquela matéria que é mais longa, ou  aquela que você demora mais para assimiliar, ou aquela que seus  exercícios são complicados. Por isso, acalme-se.&lt;br /&gt;  Tudo que você precisa para evitar o acúmulo são duas coisas: calma  para não enlouquecer e, acima de tudo, determinação. Em 2009,  dificilmente deixava acumular matérias, pois estudava bastante o dia  inteiro. Prestar bastante atenção nas aulas me ajudava a não demorar  muito nos exercícios. Estudar em locais onde me concentrava muito me  ajudava a ser rápido com as matérias longas.&lt;br /&gt;   Quando acumular, é interessante fazer uma lista das matérias  atrasadas. Essa noção é boa para controle, para analisar se é necessário  estudar bem mais, caso o conteúdo continue sendo acumulado.&lt;br /&gt;  O ideal para recuperar o conteúdo atrasado é reservar um horário para  colocá-lo em dia. Além desse horário, quando você tiver um tempo livre,  devido à falta do professor por exemplo, você também poderá usá-lo.&lt;br /&gt;  Quando a situação estiver calamitosa, uma saída é deixar as matérias  menos importantes de lado, ou, pelo menos, "passar os olhos" nelas e, em  seguida, colocar as mais "caíveis" em dia.&lt;br /&gt;  E lembre-se: quando finalmente conseguir colocar o conteúdo em dia,  não relaxe. Mantê-lo em dia é tão árduo quanto recuperá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;organização &lt;/b&gt;e a &lt;b&gt;disciplina &lt;/b&gt;foram duas das minhas  ferramentas mais valiosas. A organização lhe dá rapidez nos seus  afazeres, lhe dá objetividade. Sem ela, você acaba perdendo um tempo  valioso, o qual não se pode perder. A disciplina é fundamental para  cumprir seus planos e metas. Quando não a tem, o acúmulo de conteúdo  ocorre com facilidade.&lt;br /&gt;  A organização envolve algo muito discutido nas escolas, o &lt;b&gt;horário de estudo&lt;/b&gt;. Tire da sua cabeça fazer horários cronometrados. Isso só funciona com pessoas rigorosamente disciplinadas.&lt;br /&gt;  O horário de estudo ideal é aquele que fixa apenas certas atividades.  O objetivo do horário é apenas te guiar durante seu cotidiano, e não  mandar no que você faz em todo o dia. Vamos colocar um exemplo para você  entender bem como isso funciona:&lt;br /&gt;&lt;b&gt;i)&lt;/b&gt; eu costumava construir uma tabela no computador (horário x os  sete dias da semana) e imprimir, deixando os espaço da tabela em  branco;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ii)&lt;/b&gt; a seguir preenchia sempre à lápis as minhas principais  atividades. Por exemplo, colocava "aula" pela manhã de segunda a sábado;  segunda colocava duas horas de curso extra pela tarde; terça, duas  horas de redação pela tarde; quarta, duas horas de atualidades pela  noite; quinta, uma hora de artes pela noite; sexta, uma hora de  laboratório de correção de redação pela tarde; sábado, quatro horas de  simulado pela tarde; domingo, três horas de reposição de matéria  atrasada;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;iii)&lt;/b&gt; em seguida, marcava um "x" nos horários em que  me deslocava, ou me alimentava, etc;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;iv)&lt;/b&gt; feita então a estrutura do horário de estudo, colocava  diariamente nos horários restantes o que deveria estudar no dia,  geralmente era o que foi dado pelos professores no turno da manhã.&lt;br /&gt;  Todavia organização não se resume apenas a horário de estudo. Possuir  um caderno bem organizado facilita na hora de buscar informações nele.  Procure, além de comumente dividir o caderno por disciplinas, dividi-lo  em anotações e exercícios por exemplo.&lt;br /&gt;  Por falar em anotações, padronize o lugar onde irá escrevê-las, pois é  horrível quando você quer saber de algo que escreveu, mas não o  encontra. E se você não costuma anotar informações importantes, pode  tratar de mudar. &lt;b&gt;Esquemas e resumos&lt;/b&gt; são fundamentais para a rápida revisão nas vésperas da prova. Vá por mim!&lt;br /&gt;  Construir um pequeno calendário com as principais atividades do mês, como simulados, vestibulares, também é válido.&lt;br /&gt;E o que fazer com o &lt;b&gt;cansaço&lt;/b&gt;? Essa, na verdade, é uma pergunta  simples que possui uma resposta simples como todos sabem. O que não é  nada simples é a dificuldade de enfrentá-lo. Aqui que entra o fator &lt;b&gt;determinação&lt;/b&gt;, aquilo que é realmente responsável pela sua aprovação.&lt;br /&gt;  Seria tão bom se quando cansássemos, bastasse-lhe dar corda, escutar o  estalo e soltar. Mas não é. Então o que nos resta é se esforçar para  esquecê-lo. Isso pode ser obtido se você tentar se focar no fruto que  irá colher posteriormente.&lt;br /&gt;  O cansaço também é um ponto, talvez o principal, através do qual você  pode tirar vantagem de seus correntes. Um grande professor que tive,  Ranaldo Cézar, certo dia caracterizou criativamente o primeiro semestre  do ano com um suposto gráfico "estudo/vagabundagem x tempo". Segundo  ele, conforme o tempo avança, o gráfico do estudo, que começa alto em  fevereiro, cai progressivamente, enquanto o gráfico de vagabundagem, que  começa baixo, aumenta, até que eles dois se encontram no tempo marcando  o mês de maio.&lt;br /&gt;  De fato, o final dos dois simestres é a época em que a maioria dos  alunos estão exaustos. Aqueles que mantém seu ritmo de estudo, em média,  constante&lt;b&gt; &lt;/b&gt;e, logicamente, alto, durante todo o ano são os que  possuem as maiores probabilidades de serem aprovados. É uma tarefa dura,  mas possível.&lt;br /&gt;Em 2009, consegui cumpri-la. Estudei bem até a metade de julho desde  fevereiro e de agosto até a metade de dezembro. Um dos meus segredo para  isso foi, iniciando o ano com um ritmo mediano, &lt;b&gt;aumentar o ritmo de estudo conforme passa o ano&lt;/b&gt;,   e não diminui-lo, pois o ritmo das aulas, do conteúdo também aumenta.  Se você não atrasa seu conteúdo, alguns de seus professores atrasam. É  nos últimos meses do ano que ocorre o maior número de aulas extras, não é  verdade?&lt;br /&gt;  Há quem comece o ano estudando oito horas diárias, mas termine  estudando quatro. Em 2009, comecei o ano estudando entre cinco a seis  horas. Após o início de agosto, passei a estudar, em média, sete horas  diárias. Quando estava estudando para a segunda fase, já em novembro,  estudava, em média, oito horas por dia.&lt;br /&gt;  Essa é uma tarefa árduo principalmente para aqueles que vêm tentando  há mais tempo. Na verdade, não acho válido o vestibulando estudar feito  um louco por vários anos. Se você estudou assim de verdade por um ou  dois anos, o certo seria, ao meu ver, diminuir o ritmo, algo que ocorre  naturalmente.&lt;br /&gt;  Foi isso que fiz em 2010. Devido à carga de conhecimento adquirida em  2009, diminuí o ritmo no ano seguinte, mesmo sem pretender. Com o  decorrer do ano, procurei revisar o que já sabia, reforçar o que não  havia aprendido bem e fazer bastante simulados. O fato de já ter noção  do conteúdo me ajudava a gastar menos tempo estudando, comparando com o  ano anterior.&lt;br /&gt;  Eu sei que falar para ter determinação é fácil, que é difícil na  prática, mas é algo que você precisa enfrentar. Incontáveis vezes  ocorrerão ocasiões que te tentarão. Se você for forte e resistir, seu  esforço será compensado posteriormente.&lt;br /&gt;  Porém preciso comentar que certas pessoas são neuróticas em relação a  isso. Acham que é necessário abrir mão de toda diversão para passar no  vestibular. Algumas passam todo final de semana em casa, outras não  querem viajar nos feriadões, como carnaval, ou semana santa. Então aqui  vai minha dica mais valiosa a respeito do cansaço: há certos momentos  que você &lt;b&gt;realmente precisa parar&lt;/b&gt;. Sejamos realistas. Não existe  isso de muito estudo todo santo dia. Nós somos humanos e cansamos. Então  quando você saturar de estudar, pare! Claro!  Ocasionalmente, vá fazer  alguma coisa que te deixe relaxado, descansado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você for chamado para sair em uma sexta à noite, vá! Se for chamado  para  ir a uma praia certo domingo, vá! Se sentir aquela vontade  irresistível de dormir depois do almoço, vá!  Viaje nos feriadões! Mas,  lembre do que acabei de falar, faça isso o-c-a-s-i-o-n-a-l-m-e-n-t-e.  Nessa semana, saia sexta à noite. Na próxima, durma pela tarde. Três  semanas depois, vá à praia ao domingo. O descanço é importantíssimo, mas  o estudo está em primeiro lugar. Por isso, reduza sua diversão.&lt;br /&gt;  Em 2010, o meu segredo para aguentar mais um ano de "cursinho" foi  sair todo sábado à noite. Já em 2009, todo domingo à tarde e à noite  ficava com a namorada - assistia filme em casa, ia ao cinema, etc. Não  deixe de descansar, nem, muito menos, de estudar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus &lt;b&gt;pais te pertubam&lt;/b&gt; muito? Esse é um dos problemas que me  deixam mais reflexivo, porque isso quase não aconteceu comigo. Durante  toda minha vida meus pais nunca foram de pegar no meu pé, talvez porque  sempre mostrei bons resultados. O fato de a minha mãe querer ter sido  médica me ajudou bastante, pois ela patrocinou meu "cursinho" da melhor  maneira possível, dando-me até um carro.&lt;br /&gt;  É, eu sei, tive um apoio grande. Então não tenho muita moral para  falar sobre pais chatos. Porém, fiz bons amigos durante meu percusso e  cumprindo meu papel na amizade, eu lhes dava suporte quando apareciam  problemas. Muitas vezes, esse problemas era brigas familiares  relacionadas ao vestibular. E o que aprendi com isso? Não muito na  verdade. Apenas concluí que a maioria dos pais só ligam para o resultado  final. Se te veem fazendo algo que eles acham prejudicial para sua  aprovação, lá vem briga. Se você é reprovado uma, duas vezes, já perde o  crédito com eles.&lt;br /&gt;  A única vez que meus pais me pertubaram foi ano passado. Mas depois  de três brigas, eu, arrogante como posso ser, dei uns berros com eles.  Falei que não tinham a mínima idéia do que eu estava passando. Fiz todo  um discurso lhes prometendo passar no vestivular no final do ano, que  parassem de me pertubar. Dito e feito. Eles pararam, e, no final do ano,  passei.&lt;br /&gt;  Aí você fala: "Mas esses são seus pais. Com os meus, não existe  isso." E volto a dizer: não tenho moral para lhe dar conselhos sobre  isso, mas acho que se tivesse os pais de certos amigos meus, a única  coisa que faria seria estudar bastante para calar a boca de muita gente  no final do ano. Isso seria uma espécie de "incentivo negro". Talvez  faria alguns vestibulares mais "simples", apenas porque eles gostam de  ver resultado, de ver você passando em algo.&lt;br /&gt;  Meus verdadeiros pêsames àqueles que precisam suportar esses tipos de parente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;          Reprovado? Por quê?&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Por esse tópico ser a "ferida" de tantos vestibulandos, vou diante mão  lembrar que o que está aqui se trata apenas de algumas hipóteses que  acredito por experiência não apenas minha, como também de outros alunos.  Melhor direi. Não hipóteses, mas sim falhas.&lt;br /&gt;  Os conselhos até aqui dados são lições para que você não venha a  reprovar. Basicamente, o que farei nesse tópico é explicitar as falhas  relacionadas a eles em um lugar comum para sua melhor percepção.  Portanto, reforçando, as dicas para tentar corrigir essas falhas já  estão escritas anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;i)&lt;/b&gt; Aluno que &lt;u&gt;acha que sabe demais&lt;/u&gt; se surpreende na hora  da prova com questões que não domina. Então seja humilde. Aceite que há  falhas para serem cobertas. Mesmo que você não as enxergue, se você  buscá-las, aparecerão.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ii)&lt;/b&gt; Aluno que &lt;u&gt;não sabe estudar o que realmente "cai"&lt;/u&gt;  gasta um bom tempo lendo coisas desnecessárias, que não "caem" na prova.  Comumente, isso acontece quando o aluno quer se aprofundar demais em  certo conteúdo. Aqui faço uma pausa para dar uma boa dica:&lt;br /&gt;  Buscar &lt;b&gt;se aprofundar &lt;/b&gt;nas matérias é muito bom, porque assim  você não as esquece com facilidade. Todavia entenda bem o que é se  aprofundar com este exemplo: se você for estudar sobre sais minerais em  biologia e ver no livro apenas que cálcio ajuda na contração muscular,  você pode esquecer essa informação facilmente. Porém quando você for  estudar fisiologia humana, verá todo o mecanismo de contração muscular  (aprofundamento), incluse que o cálcio é necessário para tal atividade.  Dessa forma, você memoriza mais fácil essa informação.&lt;br /&gt;  Entretanto certos alunos desconhecem o limite de aprofudamento.  Assim, acabam acumulando informações desnecessárias para seu exame.  Tendo isso em vista, aprenda quais são os limites de aprofundamento de  cada matéria. Não estude superficialmente, nem aprofundando demais. Há  uma margem correta de quantidade de informações sobre determinado  assunto. Você aprenderá isso com o tempo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;iii)&lt;/b&gt; Aluno que &lt;u&gt;deixa certas disciplinas de lado&lt;/u&gt;. Alguns  vestibulandos se bloqueiam para aprender certas matérias ou disciplinas.  "Ah, física não entra na minha cabeça!", "Acho geografia um saco!",  "Nunca vou aprender geometria espacial!", todas essas e outras são  frases bastante resmungadas pelos alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vejo nenhum problema em você passar o ano não gostando de estudar  determinada disciplina, mas deixá-la de lado pode ser um pecado fatal  para sua aprovação. Procure sua determinição e enfrente suas falhas de  conteúdo. Quanto menos tiver, mais fácil será você passar no vestibular  obviamente. Não pense que estudar mais certa disciplina, irá compensar  outra. Tive uma amiga que não passou apenas devido à geografia. Passou,  então, o ano posterior se dedicando a isso. Só para constar, estou  contando redação como uma disciplina. Não se esqueça dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;iv)&lt;/b&gt; Aluno que &lt;u&gt;deixa acumular muita matéria&lt;/u&gt;. Já vi em uma  pesquisa que a maioria dos aprovados possuem, pelo menos, 70% do  conteúdo estudado nas vésperas do vestibular. Quando prestei vestibular  em 2009, havia estudado, pelo menos, 90% do conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;v)&lt;/b&gt; Aluno que &lt;u&gt;não domina a resolução da prova&lt;/u&gt;. Essa talvez seja a falha mais chata, aquela que desclassifica bons alunos, e pode ser corrigida com simulados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;vi)&lt;/b&gt; Aluno com &lt;u&gt;psicológico frágil&lt;/u&gt; na hora da prova. Sempre  começo bem a prova, psicologicamente falando. Porém, houve ocasiões que  fiquei nervoso durante o exame. Um deles foi o PSS-2 do vestibular da  UFPB em 2010. Certa hora, olhei para o relógio e vi que faltavam apenas  uma hora e meia, mas ainda me restavam português, inglês, matemática e  física. Nesse momento, fiquei muito assustado, muito mesmo. Porém parei  um pouco, respirei fundo e pensei que se não mantivesse a calma, a  situação ficaria pior. Então quando me tranquilizei, voltei a fazer a  prova mais rápido e concentrado.&lt;br /&gt;  Devido ao meu auto-controle, consegui deixar apenas quatro questões  "em branco" ao fim da prova. Somando a minha pontuação dos dois dias de  primeira fase ainda consegui me classificar em 85ª. Por isso, treine seu  auto-controle se você é uma pessoa nervosa. Fazer outros vestibulares  mais "simples", como teste, ajuda.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;vii)&lt;/b&gt; Aluno que &lt;u&gt;relaxa&lt;/u&gt;, que &lt;u&gt;"entrega os pontos"&lt;/u&gt;.  Definitivamente, essa falha é a mais comum. Na verdade, esse aluno só é  menos comum do que aquele que não estuda, mas este não conta, não é?  Aqueles alunos que não conseguem manter um bom ritmo de estudo têm  poucas chances de aprovação.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;viii)&lt;/b&gt; Aluno que &lt;u&gt;fica na mesmice&lt;/u&gt;. Se você for reprovado,  significa que você possui falhas. Então o correto é mudar a estratégia e  procurar em que está errando. Certos alunos, entretando, não enxergam  isso e continuam estudando da mesma maneira, ou semelhante. Mude de  escola, de curso extra, de livros, de ambiente de estudo, de técnicas de  estudo, o que for preciso.&lt;br /&gt;  É realmente necessário você parar um pouco para pensar no que está  errando. Na maioria das vezes, o resultado do vestibular mostra onde  está o erro. Por exemplo, se você acertou pouquíssimas questões de  matemática, logicamente essa é sua falha. Mas o que chamo atenção é para  que busque saber o por quê da matemática, no caso, ser seu "calo". A  estratégia de estudo é fundamental e deve ser elaborada o quanto antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Espero que você possa extrair algo de útil daqui.&lt;br /&gt;  Sejam perseverantes na sua escalada, pois vale a pena chegar ao topo, acredite!&lt;br /&gt;  Boas provas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Por Júlio Canuto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-3887787199114177509?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/3887787199114177509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=3887787199114177509' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/3887787199114177509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/3887787199114177509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2011/02/vestibular-e-sua-complexidade.html' title=''/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-8526802495494180318</id><published>2011-01-22T09:25:00.000-08:00</published><updated>2011-01-22T09:27:48.067-08:00</updated><title type='text'>Liberdade e Ilusões</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_b8LaPiZi-70/TFYDFaS2mkI/AAAAAAAAAGk/m2Rvp6nZCyA/s320/tristeza_%282%29.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 257px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_b8LaPiZi-70/TFYDFaS2mkI/AAAAAAAAAGk/m2Rvp6nZCyA/s320/tristeza_%282%29.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Do alto de minha janela observo a noite chuvosa. Os pingos grossos  escorrem pelo meu rosto e se misturam com minhas lágrimas. O doce aroma  do ar úmido embriaga-me. O vento forte que chega no 15º andar empurra  meus cabelos para trás. Mais um passo e agora sento no parapeito  contemplando os carros lá em baixo .A loucura da cidade e suas luzes  rasgam a tranquilidade e a escuridão nesta noite fria. Os prédios  resistem a bravura dos ventos e a insistência da chuva que teima  inutilmente desintegrá-los. Mas a mão do homem não para, tenta dominar a  natureza e ergue mais de seus templos de concreto e empinam seus dedos  de aço contra Deus. Sou escravo de meu corpo. Minhas sensações guiam meu  espírito, assim como a chuva e o vento guiam os homens que se escondem  em seus guarda chuvas, carros e casas. São elas que me fazer sofrer...  Foi através de meus olhos que a vi. Foi através deles que sua imagem  penetrou na minha mente e imprimiu em minha substância o seu corpo e  suas curvas. Foi através de minhas mãos que senti sua pele, percorri os  segredos de suas formas, senti sua umidade e calor. Agora minhas mãos  seguram o frio aço de minha janela e sentem a umidade da chuva que  escorre para meus pulsos. Você modificou o mundo, passei a percebê-lo de  outra maneira. A realidade se alterou e tornou-se feliz. As cores  saltaram dos objetos e a alegria da expectativa da rotina tornou-se  real. Confiei no mundo, na vida eterna e no amor. Porém, assim como os  impérios, que são erguidos e se julgam eternos, sucumbem a massacrante  roda da história, o meu mundo ruiu. Ele despencou quando a vi deitada no  colo de outro. Em nossa casa, o cheiro de nosso amor puro se misturou  com o fétido aroma da traição. O suor , o maço de cigarro jogado e as  taças de vinho caídas se misturam com o sangue de dois corpos inertes. O  cheiro da morte toma o quarto como o incenso toma a igreja. O ritual de  destruição de minha alma está no fim. Mais um passo e meu corpo se  despediu da janela e alcançou o ar. Fecho os olhos e me sinto livre, o  vento sopra mais forte, meu coração dispara. Vou deixar este mundo de  ilusões e descortinar a verdade sobre Deus. Minha mente se alivia, estou  leve, será que vai doer? O chão está próximo, as pessoas parecem  maiores, vejo a calçada, agora não resta mais nad................&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-8526802495494180318?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/8526802495494180318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=8526802495494180318' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/8526802495494180318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/8526802495494180318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2011/01/liberdade-e-ilusoes.html' title='Liberdade e Ilusões'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_b8LaPiZi-70/TFYDFaS2mkI/AAAAAAAAAGk/m2Rvp6nZCyA/s72-c/tristeza_%282%29.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-8520784744810192683</id><published>2010-11-28T04:11:00.000-08:00</published><updated>2010-11-28T04:12:44.761-08:00</updated><title type='text'>Dez coisas que levamos anos para aprender</title><content type='html'>&lt;div class="post-header"&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;span style="font-size: 85%;"&gt;(Tavinho Praxedes)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa.&lt;br /&gt;(Esta é muito importante. Preste atenção, nunca falha)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.  As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você,  quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.&lt;br /&gt;(Tá cheio de gente querendo te converter!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.&lt;br /&gt;(Na maioria das vezes quem tá te olhando também não sabe! Tá valendo!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.&lt;br /&gt;(Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Não confunda sua carreira com sua vida.&lt;br /&gt;(Aprenda a fazer escolhas!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.&lt;br /&gt;(Quem prescreveu isto deve ter conhecimento de causa!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.  Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a  raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial,  essa palavra seria 'reuniões'.&lt;br /&gt;(Onde ninguém se entende... Com exceção das reuniões que acontecem nos botecos...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Há uma linha muito tênue entre 'hobby' e 'doença mental'.&lt;br /&gt;(Ouvir música é hobby... No volume máximo as sete da manhã pode ser doença mental!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.&lt;br /&gt;(Que bom!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.  Lembre-se: Nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador  construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.&lt;br /&gt; (É Verdade mesmo!)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-8520784744810192683?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/8520784744810192683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=8520784744810192683' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/8520784744810192683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/8520784744810192683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/11/dez-coisas-que-levamos-anos-para.html' title='Dez coisas que levamos anos para aprender'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-5450738227210104841</id><published>2010-11-25T16:55:00.000-08:00</published><updated>2010-11-25T16:57:41.272-08:00</updated><title type='text'>7 Pecados da Redação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Saber fórmulas e entender cálculos não ajuda o vestibulando na hora fatídica: a de escrever a redação. Parte obrigatória dos vestibulares das três universidades estaduais paulistas, a redação é um desafio totalmente diferente do restante da prova.  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Ela é feita para avaliar uma competência que as outras questões não avaliam”, afirma o professor da USP e do cursinho Anglo Francisco Platão Savioli.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fuvest, Unicamp e Unesp adotam critérios parecidos para avaliar os textos. As equipes de correção ficam atentas a itens como adequação ao tema proposto e ao gênero do texto, desenvolvimento argumentativo, coesão e expressão. “O candidato precisa trazer alguma informação para o texto, mostrar que tem conhecimento e defender aquilo que pensa”, diz a diretora-executiva da Fuvest, Maria Thereza Fraga Rocco, responsável, há cinco anos, pelos temas da redação no vestibular.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Este ano, um batalhão de 400 pessoas fará a correção da Fuvest. Dessas, 60 vão trabalhar só na redação. Cada texto passa por dois avaliadores, que não conhecem a correção um do outro. Caso as notas tenham discrepância grande, a redação seguirá para um terceiro. Se a última nota não ficar próxima de nenhuma das outras, a própria Maria Thereza assume a correção. “Nesses casos, vale a minha nota.”&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na Unicamp – único dos três vestibulares em que há a opção de escrever um texto que não seja uma dissertação –, cerca de 20% das redações têm de passar pelo terceiro corretor. “Elas podem ter até cinco releituras”, diz Maurício Kleinke, coordenador de Pesquisa da Comvest, órgão responsável pelo vestibular. Segundo ele, 2% das redações são anuladas. Na maioria dos casos, por fugir da proposta.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para não ter a redação desclassificada, o candidato deve ficar atento aos aspectos formais. “A análise é técnica. É avaliada na correção a capacidade do candidato de se comunicar por escrito, de forma clara, sem tentar enganar a banca”, diz Paulo Del Bianco, coordenador da correção da Vunesp, que organiza o processo seletivo da Unesp.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Professor da universidade, Rogério Chociay publicou um livro em que analisa as dissertações de vestibulares antigos da Unesp. Ele apresenta, e comenta, bons e péssimos exemplos de textos. “Algumas redações eu chamo de ‘camicase’. São praticamente um voo para a morte, para a anulação. Tem gente que escreve poesia, faz até desenho.”&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1 Letra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O candidato não precisa ter letra bonita, mas deve garantir que o corretor consiga ler seu texto. “Uma letra garranchuda e ilegível revela incapacidade de comunicar uma mensagem”, afirma Rogério Chociay.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;2 Tamanho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A redação deve ter um tamanho adequado, em geral entre 22 e 30 linhas. Um texto muito curto revela a incapacidade do candidato de desenvolver o tema. Mas ele também não deve ser muito grande. Tamanho excessivo pode revelar dificuldade para concluir ideias. E nada de enganar os corretores com letra grande ou margens falsas, para dar a impressão de um texto mais longo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3 ‘Lúdicas’&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Nenhuma banca de vestibular leva em conta produções que não sejam textos.Mostra de ingenuidade ou ousadia, redações “lúdicas” são anuladas de imediato por fuga do gênero.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4 Fuga do tema&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nunca se deve fugir do tema proposto. “O vestibulando deve mostrar que apreendeu a questão em debate”, diz o professor Francisco Platão Savioli, da USP e do Anglo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;5 Fuga do gênero&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com exceção da Unicamp, em que a redação também pode ser uma carta ou narração, os grandes vestibulares pedem textos dissertativos. Não escreva textos que fujam ao que foi pedido, nem desenvolva ideias “criativas”, como feito aqui.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;6 Sem argumentação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O corretor tem um sério motivo para desconsiderar um texto em que não há argumentação. “Na redação você tem que desenvolver um raciocínio, não pode ficar dizendo sempre a mesma coisa”, diz Maria Thereza Fraga Rocco, da Fuvest.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;7 Poesia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Não escreva nada além de prosa. Se você é um excelente poeta, ótimo. Mas não em dia de redação”, recomenda a professora de Português do Etapa Célia Passoni.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-5450738227210104841?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/5450738227210104841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=5450738227210104841' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/5450738227210104841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/5450738227210104841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/11/7-pecados-da-redacao-para-alunos-do.html' title='7 Pecados da Redação'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-7647270694672945947</id><published>2010-10-28T16:23:00.000-07:00</published><updated>2010-10-28T16:34:15.655-07:00</updated><title type='text'>Meus Campeões</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/TMoH1OBUN9I/AAAAAAAAANM/Y5nmddmaTE8/s1600/28102010326.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 360px; height: 269px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/TMoH1OBUN9I/AAAAAAAAANM/Y5nmddmaTE8/s320/28102010326.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533243703056152530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/TMoGcJCUFVI/AAAAAAAAANE/DaHGHGmYk7c/s1600/28102010325.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 373px; height: 279px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/TMoGcJCUFVI/AAAAAAAAANE/DaHGHGmYk7c/s320/28102010325.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533242172709803346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os meus queridos alunos Campeões...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Abraços queridos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-7647270694672945947?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/7647270694672945947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=7647270694672945947' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7647270694672945947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7647270694672945947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/10/meus-campeoes.html' title='Meus Campeões'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/TMoH1OBUN9I/AAAAAAAAANM/Y5nmddmaTE8/s72-c/28102010326.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-261077118915978751</id><published>2010-10-19T12:28:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T12:48:19.901-07:00</updated><title type='text'>Atividades 8º ANO CBP</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Atividades sobre orações coordenadas... Exercitem e estudem para a prova MI.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Abraços.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="https://docs.google.com/present/embed?id=d8tnhzb_54fzzr75hb&amp;amp;interval=1" frameborder="0" width="410" height="342"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-261077118915978751?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/261077118915978751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=261077118915978751' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/261077118915978751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/261077118915978751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/10/atividades-8-ano-cbp.html' title='Atividades 8º ANO CBP'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-4030020455658479344</id><published>2010-10-15T11:50:00.000-07:00</published><updated>2010-10-15T11:53:34.345-07:00</updated><title type='text'>Redação 9º ANO CBPJ</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Relembrando os tipos textuais. Lembrem-se que será importante para essa etapa de produção de textos. Estaremos produzindo textos dissertativos neste 4º bimestre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="https://docs.google.com/present/embed?id=d8tnhzb_3hnnmnrf3&amp;amp;interval=1&amp;amp;loop=true" frameborder="0" width="410" height="342"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Abraços.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Divirtam-se e estudem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-4030020455658479344?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/4030020455658479344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=4030020455658479344' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/4030020455658479344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/4030020455658479344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/10/redacao-9-ano-cbpj.html' title='Redação 9º ANO CBPJ'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-1357957413399379960</id><published>2010-10-15T11:34:00.000-07:00</published><updated>2010-10-15T11:44:31.720-07:00</updated><title type='text'>GRAMÁTICA 8º ANO CBP</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Às preciosidades do 8º Ano BM do Colégio O Bom Pastor (Sede).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Revisão para MI e MII sobre Orações Coordenadas e Orações Subordinadas...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Divirtam-se em seus estudos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Abraços.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diego.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="https://docs.google.com/present/embed?id=d8tnhzb_137jp2p8fm&amp;amp;interval=1" width="410" frameborder="0" height="342"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Até a aula...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-1357957413399379960?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/1357957413399379960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=1357957413399379960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/1357957413399379960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/1357957413399379960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/10/as-preciosidades-do-8-ano-bm-do-cbp.html' title='GRAMÁTICA 8º ANO CBP'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-4063849580818902799</id><published>2010-10-07T12:06:00.000-07:00</published><updated>2010-10-07T12:19:25.877-07:00</updated><title type='text'>A Notícia - 7º Ano CBP</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Aos meus adoráveis alunos do 7º ano, do Colégio O Bom Pastor (Sede). Eis uma síntese de nossa aula sobre o gênero textual notícia, que, com certeza, acrescentará em conhecimento em seus estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrem-se: é apenas um pequeno apanhado do conteúdo, que não substitui os estudos e revisões nos livros e nas anotações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço, queridos !!! Divirtam-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="https://docs.google.com/present/embed?id=d8tnhzb_31hcpxtcdv&amp;amp;interval=1" frameborder="0" width="410" height="342"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não esqueçam de estudar para a Mensal I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-4063849580818902799?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/4063849580818902799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=4063849580818902799' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/4063849580818902799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/4063849580818902799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/10/noticia-7-ano-cbp.html' title='A Notícia - 7º Ano CBP'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-7624971459670385635</id><published>2010-09-03T12:13:00.000-07:00</published><updated>2010-09-03T12:17:34.540-07:00</updated><title type='text'>SEU FUTURO A UMA ESCOLHA DE DISTÂNCIA*</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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Encontramo-nos numa impetuosa situação onde o próprio homem deve usar sua mente brilhante, que foi capaz de produzir as mais magníficas máquinas, para reverter um estado de considerável preocupação, mas isso não pode esperar até a próxima coleção de langerie de Isabelle Fiorentino, tem que ser agora!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:&amp;quot;;font-size:13pt;"  &gt;Nossas florestas estão morrendo, nossos animais, entrando em extinção, nosso ar fica a cada dia mais intragável, e o que nós estamos fazendo? Estamos nos preocupando com a prisão de Lindsay Lohan, ou talvez com o próximo sucesso de Justin Bieber, ou ainda, com o próximo jingle da Lady Gaga. Estamos loucos? Não, estamos apenas iludidos por uma realidade inexistente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 2cm; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:&amp;quot;;font-size:13pt;"  &gt;Devemos reagir já! O planeta está pedindo socorro, como uma vítima indefesa e nós estamos negando ajuda, como cúmplices de um homicídio duplamente qualificado. O que você está esperando? Levante-se agora e haja! Ou fique aí sentado esperando a novela das oito. A decisão cabe a você. A salvação do planeta, a salvação da sua casa, ou o tão esperado e imperdível beijo entre a mocinha e o herói. O nosso futuro está em suas mãos. Escolha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;*Este texto foi produzido por minha queridíssima aluna Patrícia Lima.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-7624971459670385635?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/7624971459670385635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=7624971459670385635' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7624971459670385635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7624971459670385635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/09/seu-futuro-uma-escolha-de-distancia.html' title='SEU FUTURO A UMA ESCOLHA DE DISTÂNCIA*'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-8616373984511858387</id><published>2010-08-24T09:14:00.000-07:00</published><updated>2010-08-24T09:28:05.831-07:00</updated><title type='text'>Apresentação Geia 2010</title><content type='html'>&lt;iframe src="https://docs.google.com/present/embed?id=d8tnhzb_18dqp696d4&amp;amp;interval=10&amp;amp;autoStart=true&amp;amp;loop=true" frameborder="0" width="410" height="342"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' 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Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-7062133743945048056</id><published>2010-06-23T11:03:00.001-07:00</published><updated>2010-06-23T11:44:36.565-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-3f211fdbf52a7457" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" 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Ajuda-nos a refletir sobre nossa vida, o que fizemos, o que estamos fazendo e o que poderíamos de feito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-7062133743945048056?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/7062133743945048056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=7062133743945048056' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7062133743945048056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7062133743945048056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/06/gosto-desse-video-gosto-dessa-musica.html' title=''/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-7402782773625288611</id><published>2010-06-12T06:55:00.000-07:00</published><updated>2010-06-12T07:05:44.757-07:00</updated><title type='text'>ANÁLISE SEMÂNTICA DA CANÇÃO: “SONHO DE VAQUEJADA”, DE ALEX PADANG E DANIEL MONTENEGRO</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;No texto selecionado para a análise os autores contam uma história sobre a vida de um vaqueiro e sua donzela. Na canção, narrada pela “moça apaixonada” prevalece a emoção, o desejo e o sentimento. A passagem do tempo se dá em alguns dias. Há insegurança, dor, medo, sofrimento, porém tudo é um sonho. Vejamos a canção:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="364" style="clear: left; float: left;" width="445"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/3IQFdxHidUk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/3IQFdxHidUk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;SONHO DE VAQUEJADA&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Foi aquela vaquejada que um dia&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;separou essa moça apaixonada&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;do seu verdadeiro amor.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Agente vinha brigando ele foi logo esquentando&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;E pra festa se mandou.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Essa sua atitude me deixou indignada,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Sexta, sábado a ligar, mas com ele eu não falava,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;No domingo eu cedi,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Meu vaqueiro atendi, mesmo muito chateada&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Mesmo estando na disputa, sua senha pra chamar,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Eu lhe fiz um só pedido uma chance pra aceitar:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;- Deixe logo isso de lado, cavalo, cachaça e gado&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;e vem correndo me encontrar.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Foi pensando duas vezes&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Que por mim ele optou,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Se lembrando dos momentos que agente já passou,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Dos carinhos que eu te dava,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Pois melhor que vaquejada&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Só nós dois fazendo amor.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Ele pegou estrada, a vinte léguas pra chegar,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Essa era a distância que veio nos separar,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Pois aquele caminhão que entrou na contra mão&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Fez uma vida acabar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Eu não ‘tava’ esperando quando sua mãe ligou,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Disse logo a notícia nem se quer me preparou,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Chorando ela falava:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;- O homem que agente amava&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;morreu nosso grande amor&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Daquele dia pra cá a minha vida mudou,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Estou com medo de amar, não quero mais sentir dor,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Prefiro só esperar o dia que&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Deus mandar pra encontrar com meu amor.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Essa historia foi um sonho que um dia eu passei,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Chorando e suando frio foi assim que acordei,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Do meu lado ele estava,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Jurei: - ir pra vaquejada nunca mais lhe impedirei.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Do meu lado ele estava&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;Jurei: - ir pra vaquejada nunca mais lhe impedirei.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;Começando pelo título observamos que ali a palavra “sonho” tanto pode significar algo que se almeja, se busca, o desejo – do vaqueiro – de estar em festas de gado, assim como também representa um estado físico, quando a donzela dorme e sonha com tais acontecimentos, interpretação mais aceitável.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Na primeira estrofe, a donzela traz a lembrança de que uma vaquejada foi o motivo de brigas e da separação entre ela e o vaqueiro. Imagina-se que ela tinha muito ciúmes do seu amor, a colocação das palavras sugere que por amar verdadeiramente – “seu verdadeiro amor” – tinha medo de perdê-lo, nisso não gostava que ele fosse para vaquejadas, pois se sabe que em festas como essa, assim como em outras, é possível encontrar mulheres em busca de aventuras amorosas ou mesmo sexuais, tendo como fetiche os vaqueiros. Neste momento o medo toma conta da donzela, que a partir do 4º e 5º verso, percebemos que ela tenta impedir que seu marido vá para as festas, porém acabam discutindo, e ele, mesmo a amando, toma rumo alheio justificado na expressão “se mandou”, ou seja, foi embora.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A partir daí começa o sofrimento da donzela ficando chateada e indignada com a decisão do amado, que apesar de ter ido embora, não deixa de amá-la, pois tem a atitude de ligar pra casa, a fim de falar com sua amada. Ela, no início, resiste a atendê-lo, porém cede as tentativas do vaqueiro, justificando mais uma vez o amor incondicional existente na relação.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nas duas estrofes seguintes, se comprova o amor dos dois que, mesmo na distancia, não acabou. A donzela faz um pedido ao vaqueiro. Este pensa duas vezes antes de dar a resposta. Nesse momento se comprova que o vaqueiro está em um grande dilema: ou segue o seu rumo e continua o sonho de ser um grande vaqueiro, ou se rende ao amor e volta para os braços da amada. Decide, então, lembrando dos momentos que já vivera com ela, voltar para casa.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A donzela, em enorme felicidade com a volta de seu amado afirma que o amor dos dois é melhor que muitas coisas, inclusive festas de vaquejada.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Na estrofe seguinte, a expressão “pegou a estrada” nos sugere que ele – o vaqueiro – está de volta, em viagem, porém a vinte léguas de casa acontece um acidente que tira a sua vida. Imagina-se que a donzela se preparava para recebê-lo, ansiosa e muito feliz. No entanto, sem esperar, recebe um telefonema de sua sogra, que aos prantos noticia a morte do vaqueiro, este como o grande amor da vida das duas. De um lado o amor maternal, por outro o amor carnal, sexual entre o homem e a mulher.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Em prantos e grande sofrimento, a donzela diz que não quer e tem medo de amar outra pessoa, pois tal sentimento é sinônimo de sofrimento. Isto é justificado desde quando ele vai embora para a festa de gado até a sua “morte”, pois em todo esse tempo a dor tomou conta da mulher apaixonada. Ela prefere esperar a morte, pois só assim reencontrará com aquele que foi o grande amor de sua vida, justificado nos dois últimos versos da 7ª estrofe.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Ao final da canção a donzela conta que tudo não passou de um sonho, se revelando aí o real sentido do título, um sonho de (sobre) vaquejada. No entanto o sonho se transporta para a vida real, é como se ela estivesse vivendo algo parecido. Tal fato serve de alerta para o que pode acontecer. Assim, ela jura que não impedirá mais o marido de ir para festas de gado, é como se dissesse para todas as leitoras, em especial as esposas de vaqueiro: “não impeça seu marido de ir para as festas, pois pode ser pior, em vez de impedir, vá com ele”, garantindo assim que o seu amor estará sempre ao seu lado, e os sonhos serão somente sonhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Concluindo esta análise, é possível fazer uma organização por grupos que aparecem no texto para uma relação com a produção do sentido do texto. Por exemplo:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;a) Vaquejada: festa, disputa, cavalo, gado, vaqueiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;b) Sofrimento: separou, brigando, indignada, chateada, vida acabar, chorando, morreu, dor, suando, &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;c) Sonho: sonho, acordei. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;d) Amor/sentimento: verdadeiro amor, carinhos, fazendo amor (= sexo), meu amor (= minha paixão, meu marido, etc.).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-7402782773625288611?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/7402782773625288611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=7402782773625288611' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7402782773625288611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7402782773625288611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/06/analise-semantica-da-cancao-sonho-de.html' title='ANÁLISE SEMÂNTICA DA CANÇÃO: “SONHO DE VAQUEJADA”, DE ALEX PADANG E DANIEL MONTENEGRO'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-2482848949533680563</id><published>2010-06-11T19:38:00.000-07:00</published><updated>2010-06-12T06:45:15.274-07:00</updated><title type='text'>Chico Buarque - Cotidiano</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;meta content="text/html; 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 &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;Chico Buarque compôs a canção “Cotidiano” em 1971 e, como na maioria das músicas do compositor, estava num contexto de ditadura militar, o que muito ajuda a compreender as suas letras, pois quase todas têm uma pontinha de crítica, disfarçadas para escapar da censura. O vídeo a seguir, interpretado pelo próprio, está com o problema do som não coincidir com a imagem, embora isto não atrapalhe tanto a audição.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cotidiano&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;i&gt;Chico Buarque&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Todo dia ela faz tudo sempre igual&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Me sacode às seis horas da manhã&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Me sorri um sorriso pontual&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;E me beija com a boca de hortelã&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;E essas coisas que diz toda mulher&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Diz que está me esperando pro jantar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;E me beija com a boca de café&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Todo dia eu só penso em poder parar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Meio dia eu só penso em dizer não&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Depois penso na vida pra levar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;E me calo com a boca de feijão&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Seis da tarde como era de se esperar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Ela pega e me espera no portão&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Diz que está muito louca pra beijar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;E me beija com a boca de paixão&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Toda noite ela diz pra eu não me afastar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Meia-noite ela jura eterno amor&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;E me aperta pra eu quase sufocar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;E me morde com a boca de pavor&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Todo dia ela faz tudo sempre igual&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Me sacode às seis horas da manhã&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Me sorri um sorriso pontual&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;E me beija com a boca de hortelã.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;Percebemos que a música lembra muito uma rotina. As estrofes parecem todas encaixadas sobre uma mesma fôrma, inclusive com versos semelhantes, e repete várias vezes, sempre começando do início e continuando na mesma ordem. E, o mais interessante, começa de manhã, depois vai pra hora do café, depois o almoço, a volta do trabalho e a hora de dormir.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;“Todo dia ela faz tudo sempre igual / Me sacode às seis horas da manhã” &lt;/i&gt;retratam aqueles minutos iniciais do dia. Ela, a mulher, acorda o marido sempre às seis da manhã. &lt;i&gt;“Me sorri um sorriso pontual / E me beija com a boca de hortelã”&lt;/i&gt;, a expressão “sorriso pontual” é muito interessante, porque parece que coloca o ato de sorrir, que seria como um cumprimento de “bom dia”, como um ato mecânico, um sorriso sempre dado no mesmo horário. A boca de hortelã parece ser por causa do aroma da pasta de dente, geralmente com sabor de hortelã, menta etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;Na outra estrofe, &lt;i&gt;“Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar / E essas coisas que diz toda mulher”&lt;/i&gt;, representam aquele cuidado rotineiro que as mulheres têm, dando os conselhos anteriores ao trabalho. Tanto é que quando ele diz &lt;i&gt;“E essas coisas que diz toda mulher”&lt;/i&gt;, dá uma idéia de que são conselhos dados por costume, em todos os lares, todos os dias. Logo após, &lt;i&gt;“Diz que está me esperando pro jantar / E me beija com a boca de café”&lt;/i&gt;, representam uma despedida seguida por um beijo com o sabor do café da manhã.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;“Todo dia eu só penso em poder parar / Meio dia eu só penso em dizer não”&lt;/i&gt; são versos que denotam aquela sensação de cansaço, de fadiga do trabalho. Dá vontade de parar, de dizer ‘não’. Esses dois versos, que poderiam significar uma certa insatisfação com o cotidiano repetitivo, se contrapõem aos próximos: &lt;i&gt;“Depois penso na vida pra levar / E me calo com a boca de feijão”&lt;/i&gt;, quando o homem submete-se à rotina e se cala; em meio a um momento de questionamento, segue-se um silêncio, típico da submissão.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;“Seis da tarde como era de se esperar / Ela pega e me espera no portão”&lt;/i&gt; mostram a falta de novidade. Se no trabalho não há nada que desperte o interesse do homem, tampouco isto ocorre quando ele chega em casa, quando tudo ocorre exatamente da mesma maneira. A expressão “como era de se esperar”, embora esteja mais disfarçada na música, são usadas de modo satírico, ironizando a reiteração de hábitos. Logo após, &lt;i&gt;“Diz que está muito louca pra beijar / E me beija com a boca de paixão”&lt;/i&gt; são dois versos também irônicos, porque num contexto preenchido de monotonia, a vontade de beijar com paixão parece um desejo distante, mais idealizado do que real.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;Na próxima estrofe: &lt;i&gt;“Toda noite ela diz pra eu não me afastar / Meia noite ela jura eterno amor”&lt;/i&gt;, vemos o medo seguido por um sentimento barato. Jurar eterno amor é um sentimento profundo, mas do jeito que é apresentado pela letra, ocorrendo todos os dias de noite, contribui mais para a construção da imagem de insegurança do que de amor mesmo. Além disso, essa idéia é reafirmada em &lt;i&gt;“E me aperta pra eu quase sufocar / E me morde com a boca de pavor”&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;Logo após, a música recomeça. A primeira estrofe é também a última, um efeito muito útil quando se quer dar uma idéia de continuidade. No caso, não há início, clímax, desfecho. Parece tudo parte de uma cadeia sem fim que é a rotina. E não uma rotina qualquer. Chico aproveita para denunciar a opressão sobre a população em plena ditadura.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;É o retrato de um sentimento nacional, da vida asfixiada, sufocada, do povo sob o regime militar. Não havia encanto nenhum na vida do casal, tudo parecia pré-determinado. O casal era composto por um homem que sustentava a casa e mulher que atendia aos seus anseios, isto é, aquele velho modelo desgastado do cotidiano, sem espaço para rompimentos. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;O homem aparece quase que na música inteira como sujeito passivo: “me sacode”, “me sorri”, “me beija”, “me esperando” etc. E quem é o agente da passiva? A mulher? Não, embora seja a mulher que praticasse aquelas ações, estas não eram decididas por ela, pois já estava tudo programado na rotina do casal. Assim, fica sugerido que este “ela”, que faz quase tudo na música, não é bem a mulher, mas a mulher servindo como fantoche do cotidiano opressor, e vivendo à sombra do marido. Os dois, portanto, eram manipulados pelo ciclo diário, não havia poder de decisão.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;O mais interessante é notar que o único momento em que o homem é sujeito ativo de uma oração, é quando está no trabalho e reflete sua condição como submisso. Engraçado é que justo neste momento, quando ele dá voz para si mesmo, é que se cala, aceitando a sua própria rejeição dentro da sociedade deprimente. Ele não se cala porque quer, mas porque não tem condições de se opor a essa ordem, superior às suas próprias necessidades. Ele fica calado, como se a única coisa que importasse fosse o prato de feijão à sua frente: a roda viva. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;Essa vida pré-estabelecida dá a entender que não permite a individualidade, não permite que cada um exerça sua personalidade. O momento obscuro pelo qual os brasileiros passavam dava-lhes a impressão de serem todos uma coisa só, tão repetitivos quanto o seu cotidiano, com os mesmos ideais, mesmas manias e defeitos, ambos previsíveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;Analisando outro aspecto da letra, vê-se que todos os últimos versos de cada estrofe começam com a conjunção “E”; no contexto da música, isto se chamaria polissíndeto, que dá uma idéia de fatos contínuos e ao mesmo tempo monótonos, justamente por não ter fim. Por outro lado, os outros versos não possuem conjunções, logo, temos uma figura de linguagem oposta a que acabei de citar, que se chama assíndeto. Esta passa a sensação de enumerar acontecimentos; a falta de conjunções nos remete a falta de articulação entre as ações, pois não há um “portanto”, um “mas”, isto é, não há conclusões, adversidades, alternativas. Além do mais, todas as orações são coordenadas, o que reforça a idéia de orações soltas, isoladas, que não se relacionam umas com as outras.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;No que se refere à musicalidade, nota-se claramente a regularidade dos versos, marcado por uma batida linear de três tempos, que não leva a refrões ou qualquer outra alteração sonora. Conclui-se, então, que Chico Buarque encharcou a canção de significados, em todos os sentidos poético, musical, gramatical etc. Embora esta tenha sido apenas uma interpretação, gostaria que vocês, leitores, que observarem outras coisas ou queiram comentar o que já foi levantado, por favor, deixem um comentário que será muito bem-vindo: irá enriquecer mais ainda a discussão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-2482848949533680563?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/2482848949533680563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=2482848949533680563' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/2482848949533680563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/2482848949533680563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/06/chico-buarque-cotidiano.html' title='Chico Buarque - Cotidiano'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-110623782278101310</id><published>2010-06-04T12:43:00.000-07:00</published><updated>2010-06-04T12:55:01.536-07:00</updated><title type='text'>Essa tal Literatura Brasileira</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://storage.mais.uol.com.br/259930-orig.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179" src="http://storage.mais.uol.com.br/259930-orig.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ao término da disciplina Literatura Brasileira Contemporânea, surgiu este trabalho de análise literária. A obra em questão é o conto &lt;i&gt;O menino e o velho&lt;/i&gt;, de Lygia Fagundes Telles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Deliciem-se...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;ANÁLISE DO CONTO “O MENINO E O VELHO”, DE LYGIA FAGUNDES TELLES&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;1 INTRODUÇÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 115%; margin-bottom: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 1pt; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O romance psicológico foi incorporado na literatura brasileira no século XX, porém apenas na década de 80 conseguiu alcançar um melhor &lt;i&gt;status&lt;/i&gt;. Diferente do romance realista, o romance psicológico é bem menos voltado para os fatores exteriores da sociedade e suas mazelas. Este gênero possui uma maior preocupação com motivos íntimos das decisões e indecisões humanas. É voltado para as questões da identidade humana, para as escolhas e ações do homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 1pt; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O romance psicológico retrata os assuntos ligados à condição da existência, para tanto, usa intimidade para desvendar o interior das personagens. Sua linguagem assemelha-se bastante às memórias, o culto à natureza também é bem presente, analisa os conflitos interiores do ser humano, em relação ao caos da vida urbana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;Na Literatura Brasileira,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt; o romance psicológico tem seu início com &lt;i&gt;Dom Casmurro&lt;/i&gt;, de Machado de Assis. Autores como Clarice Lispector, Roberto Freire e Graciliano Ramos também possuem obras voltadas para a realidade psicológica dos personagens, revelando influência do existencialismo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; margin-bottom: 1pt; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Dessa maneira, este trabalho tem o objetivo de analisar o conto &lt;i&gt;O menino e o velho, &lt;/i&gt;de Lygia Fagundes Teles. Para a análise dessa obra, faz-se necessária a abordagem de alguns elementos, sendo eles: a estrutura da tipologia narrativa, meio utilizado pela autora para caracterizar e contar a história, serão tecidas abordagens a cerca das personagens, espaço, tempo e foco narrativo, além disso, vale ressaltar as forças sociais da obra presentes no discurso do narrador e das personagens, bem como as implicações históricas e as relações entre o discurso e os valores da contemporaneidade, no decorrer do texto é possível perceber o uso da descrição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;2 ANÁLISE DO CONTO O MENINO E O VELHO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;2.1 Análise dos elementos estruturais da narrativa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Lygia Fagundes Telles escreveu o conto &lt;i&gt;“O menino e o velho” &lt;/i&gt;valendo-se dos elementos da narrativa, visto que tem a intenção de contar uma história. Podemos identificar no transcorrer da leitura da obra a presença de um narrador personagem, pois o eu- lírico conta a sua própria história, isso fica evidente devido ao uso da primeira pessoa do discurso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 4cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 4cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 4cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quando entrei no pequeno restaurante da praia os dois já estavam sentados, o velho e o menino. Manhã de um azul flamante. Fiquei olhando o mar que não via há algum tempo e era o mesmo mar de antes, um mar que se repetia e era irrepetível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 4cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 4cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Cortei pelo meio o sanduíche grande demais e polvilhei o pão com sal. Não estava olhando mas percebia que os dois agora conversavam em voz baixa, a taça de sorvete esvaziada, o cachimbo apagado e a voz apagada do velho no mesmo tom caviloso dos carunchos cavando (roque-roque) as suas galerias.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 4cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Entretanto, vale ressaltar que se trata de uma modalidade específica de narrador-personagem, o narrador-testemunha, este que não costuma ser a personagem principal do enredo. Dessa forma, este tipo de personagem se limita a narrar os acontecimentos dos quais participou por seu ponto de vista de personagem secundária. Por ser, quase sempre, testemunha da ação, não participa ativamente da mesma, então, possui um ponto de vista mais restrito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O tempo, na obra, é cronológico, pois segue um enredo linear, justificado, em alguns fragmentos que expressem a passagem do tempo no relógio, e as divisões do dia, “&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;Voltei ao restaurante com um amigo (duas ou três semanas depois) e na mesma mesa, o velho e o menino. Entardecia”, embora possa parecer psicológico, por se tratar de memórias que o narrador conta, sobre fatos testemunhados.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A história tem como espaço um pequeno restaurante próximo à praia. A trama, mesmo contada em linguagem bem simples, é projetada ao leitor de tal forma que se torna difícil saber o destino das personagens principais, o menino e o velho, dada as várias possibilidades de interpretação, devido ao mistério que paira: não se sabe ao certo o que realmente aconteceu entre os dois.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O enredo, a princípio, conduz as personagens principais a um grau de parentesco, avô e neto. É possível construir essa relação devido à proximidade entre um senhor com cerca de cinquenta anos de idade, o velho, e um menino, com aproximadamente treze anos de idade, passando a ideia de uma convivência familiar saudável, em que o senhor se sente de alma feliz e enche de sabedoria e admiração o menino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Entretanto, as personagens não tinham nenhuma relação de parentesco, confirmado nas palavras da autora, que ressalta: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 4cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 4cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 4cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E não era um avô com o neto, tão nítidas as tais diferenças de classe no contraste entre o homem vestido com simplicidade&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;, mas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; num estilo rebuscado e o menino encardido, um moleque de alguma escola pobre, a mochila de livros toda esbagaçada no espaldar da cadeira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 4cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;A partir dessa afirmação, pode-se imaginar várias situações existentes nessa relação entre o menino e o velho, pois, se não tinham nenhum grau de parentesco, qual a intenção por traz dessa cena? Pode-se enumerar algumas possibilidades de resposta. A primeira delas sugere um caso de adoção, atitude humana, que provavelmente mudaria a vida do garoto, aparentemente abandonado. Nesse caso, é levada em consideração a bondade e o ato de amor, advindo do senhor idoso. Em outra possibilidade de interpretação, pode-se inferir que se trata de uma relação conjugal, na verdade, seria um caso de pedofilia. Tal fado se deve as induções que o leitor poderá fazer: aquele velhinho, pagando lanches para aquela criança? Pode estar disfarçado de corruptor de menores, aproveitando-se da condição de abandono do garoto para seduzi-lo e atentar contra a sua integridade e inocência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;No decorrer da trama, é percebida a transformação do garoto, de menino faminto e sujo, passa a se trajar melhor, devidamente asseado, sempre na companhia do velho, antipatizado pela autora, que supõe haver algo errado naquela relação, devido as atitudes em cena.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;Ao término do enredo, é revelada a suspeita da autora. O mistério é elucidado quando o garçom do restaurante informa o inimaginável: o menino assassinou o velho, o enforcou com uma corda de náilon, para roubá-lo, e sumiu sem deixar pistas. Essa revelação, com certeza causa grande espanto, pois o menino parecia inocente e de repente tudo se põe às avessas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;2.2 Análise discursiva&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;2.2.1 Implicações históricas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A família brasileira herdou uma pedagogia portuguesa influenciada pelas mudanças européias que não eram adequadas a nossa realidade, diante da nossa diversidade cultural. A presença de negros e de índios dificultava a introdução dos métodos pedagógicos, de acordo com o modelo francês. Mas a denominada família brasileira, por meio da força dominante do branco português, mesmo que precariamente, viveu a oportunidade de conhecer a pedagogia de acordo com os métodos franceses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No Brasil patriarcal, o pai sempre exerceu domínio sobre o filho menor e até mesmo sobre o maior. Antes dos seis e sete anos o menino era considerado um anjo, e após esse período, um menino-diabo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os senhores, especialmente os mais velhos, definiam o padrão comportamental - entra em decadência a partir do século XVIII. Os jesuítas passaram a exercer esse papel na organização social, educando os meninos e valorizando a disciplina, dentro dos padrões da educação européia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Dessa época até o século XXI houve muitas transformações. A família contemporânea brasileira se reduziu, têm menos filhos, as mulheres foram trabalhar fora e há mais divórcios. A questão da tolerância na socialização das gerações mais novas acredita que as sociedades da Europa conheceram uma transformação dos valores sociais e substituíram os valores autoritários pelos libertários e, conseqüentemente, as pessoas diminuíram a sua disposição em aceitar autoridade nas famílias, na escola e no trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;2.2.2 O discurso, o contexto social e os valores da contemporaneidade&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;As histórias do mundo são construídas com a trama de nossa própria vida e, ainda se pode dizer que a vida humana é o laboratório de experimento das “paixões” pessoais. Assim, a história do menino e do velho, relatada no conto de Lygia Fagundes Telles é uma mostra dos fatos possíveis de serem executados por alguns jovens da sociedade atual, formada por pessoas desamparadas e sem formação de valores sólidos. E muitos desses jovens sobrevivem na lei do menor esforço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;Ao lermos as narrativas do gênero de &lt;i&gt;O menino e o velho&lt;/i&gt;, inferimos e conferimos infinitos valores à história que nos é relatada. Depois de anunciado o final trágico do conto, a imagem que havia surgido um pouco antes em nossa mente, do menino e do velho no restaurante, por meio da leitura da narrativa, se desfaz totalmente, perde toda a expressão de suavidade e de amizade saudável que poderia ter existido entre os dois.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;A partir da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;interpretação de realidades sociais como a que foi mostrada no conto, apesar de culturas distintas, podemos concluir que houve uma grande transformação negativa com relação aos valores sociais entre os seres humanos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small; line-height: 150%;"&gt;Dessa feita, atualmente, deparamo-nos com situações parecidas que traduzem desamparo e falta de estrutura quando vemos imagens reais de meninos ou adolescentes nas ruas e calçadas, vagueando sem rumo pelos centros e bairros de muitas cidades de nosso país. Realidades cruéis das quais se podem revelar meninos capazes de cometer grandes deslizes, como o da narrativa em análise. E Lygia Fagundes Telles ao relatar o enforcamento do velho, além do registro de um fato passível de acontecer, marca o desencanto com a vida, com os seres humanos dessa realidade social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;3 CONSIDERAÇÕES FINAIS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O homem é o resultado do meio cultural em que foi socializado. Ele é um herdeiro de um longo processo acumulativo, que reflete o conhecimento e as experiências adquiridas pelas numerosas gerações que o antecederam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Pode-se induzir, portanto, que a história oculta do conto de Lygia Fagundes Telles, atrás daquela amizade misteriosa, foi o crime que o menino aparentemente ingênuo iria cometer. Mas o conto não dá indícios do que se passou entre o menino e o velho, até o momento da descoberta do crime, apenas relata o que a narradora viu no restaurante e a notícia do fato consumado. Por isso, também se pode indagar como seria aquela amizade e que comportamento teria o senhor com aquele menino. Essas indagações formam a outra história, é o que está incompreensível ao que sucedeu e está oculto para os leitores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;REFERÊNCIAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;FERREIRA, Marta da Piedade. &lt;b&gt;O desfecho trágico do conto “O menino e o velho”, de Lygia Fagundes Telles&lt;/b&gt;. São Paulo: Anais do XI Congresso Internacional da ABRALIC: Tessituras, Interações, Convergências,&lt;i&gt; &lt;/i&gt;2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;TELLES, Lygia Fagundes. O menino e o velho. In: _______. &lt;b&gt;Invenção e memória&lt;/b&gt;. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. p. 69-73. Disponível em: http://www.releituras.com/lftelles_menino.asp. Acesso em: 01/06/2010.&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-110623782278101310?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/110623782278101310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=110623782278101310' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/110623782278101310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/110623782278101310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/06/essa-tal-literatura-brasileira.html' title='Essa tal Literatura Brasileira'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-3817367724010012607</id><published>2010-02-03T09:19:00.001-08:00</published><updated>2010-06-12T07:16:47.356-07:00</updated><title type='text'>A metamorfose, Franz Kafka</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5CCliente%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5CCliente%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CUsers%5CCliente%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;    &lt;m:smallfrac m:val="off"&gt;    &lt;m:dispdef&gt;    &lt;m:lmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:rmargin m:val="0"&gt;    &lt;m:defjc m:val="centerGroup"&gt;    &lt;m:wrapindent m:val="1440"&gt;    &lt;m:intlim m:val="subSup"&gt;    &lt;m:narylim m:val="undOvr"&gt;   &lt;/m:narylim&gt;&lt;/m:intlim&gt; 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 &lt;/m:defjc&gt;&lt;/m:rmargin&gt;&lt;/m:lmargin&gt;&lt;/m:dispdef&gt;&lt;/m:smallfrac&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oFhT1ead4iw/SsY0Q8hTOOI/AAAAAAAAKA8/ZZAgAVUChgY/s1600/20_Metamorfose.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_oFhT1ead4iw/SsY0Q8hTOOI/AAAAAAAAKA8/ZZAgAVUChgY/s320/20_Metamorfose.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;O resumo crítico a seguir mostra os aspectos mais importantes da obra de uma forma simples e clara para fácil compreensão. Procurei fazer diferente da obra, na qual é rica em metáforas; falarei com uma linguagem simples, pensada nos mais diversos leitores.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Kafka mostra na obra “A metamorfose”, uma grande luta que um caixeiro-viajante leva em sua vida. Gregor é um jovem rapaz que vive com os pais e a irmã, e que em certo dia acontece uma grande catástrofe em sua vida, ele acorda metamorfoseado em um inseto monstruoso. O autor usa a palavra inseto para caracterizar uma pessoa inútil e sem a mínima capacidade de dizer o que pensa da situação da família, encarar os problemas de frente e muito menos acabar com isso de uma vez por todas. O objetivo de tudo isso é mostrar as pessoas que nós devemos ter coragem e iniciativa para fazer algo que queremos e que até necessitamos. Mostrar formas de como devemos nos comportar diante dos problemas da sociedade e fazer de tudo para ajudar a melhorar a condição de vida de todos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Kafka procurou mostrar como o excesso pode provocar uma mudança radical em uma pessoa. Com o excesso de trabalho, do qual Gregor não gostava, é que era obrigado a fazer por conta da família, se mostrava cansado e não o suportando mais, acabou que certo dia desistiu de tudo, fazendo então que os pais o desprezassem, e fizesse com que ele se sentisse um inútil. O isolamento no quarto fez com que Gregor tivesse mais certeza disso, a alienação de que era um terrível monstro o ajudou bastante para que continuasse com essa certeza, que na verdade era pura ilusão.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Não só o excesso de algo, mas o que a falta de iniciativa e de coragem para enfrentar os problemas de frente, podem causar na vida de uma pessoa. Para Kafka não há espaço para o fraco nem para o diferente em uma sociedade fortemente competitiva. Foi o que aconteceu com Gregor Samsa um jovem caxeiro-viajante que, talvez, era discriminado pela profissão e condição de vida que tinha.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;No mundo atual não é diferente, a pessoa é vista pelo modo de vida que leva, pela profissão e pelo lugar que ocupa na sociedade. A participação de um indivíduo em sua comunidade é muito importante, mostrar a opinião, dizer o que pensa sobre determinado assunto, participar debatendo formas para que a situação de vida venha a melhorar pode fazer que o indivíduo se sinta incluso “de certa forma” na sociedade. Mas para que isso aconteça é preciso não ter só coragem para enfrentar os problemas, mas também ter iniciativa, para que não sejamos como um homem incipiente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Pode-se observar com muita clareza após a leitura, que Kafka usou de um artifício para caracterizar a metamorfose de Gregor, a palavra inseto foi uma forma de designar o que se passava com Gregor naquele momento. O excesso de trabalho fez de Gregor uma pessoa extremamente infeliz, pois não trabalhava porque queria, mas sim porque era obrigado pela família, um fato que certamente contribuiu para sua vida ficar medíocre. &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O texto rico em metáforas contribui muito para a pessoa que lê. Quando comecei a leitura achei o livro muito complicado, que o assunto não é importante, mas quando parei para refletir mudei completamente de opinião: o texto nos ensina como se comportar e como reagir diante de um grande problema.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;Pode-se observar ainda que o texto retrata muito o presente, mesmo sendo escrito há muitos anos. Recordando-nos a época da revolução industrial.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;O modo de vida do homem de lá pra cá pode ter mudado bastante, mas seu pensamento continua praticamente os mesmos. Então “A Metamorfose” é mais do que uma confissão disfarçada, é uma forma de aconselhar todos os leitores a perceberem o que está acontecendo com a sociedade capitalista no mundo moderno.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-3817367724010012607?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/3817367724010012607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=3817367724010012607' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/3817367724010012607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/3817367724010012607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/02/metamorfose-franz-kafka.html' title='A metamorfose, Franz Kafka'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_oFhT1ead4iw/SsY0Q8hTOOI/AAAAAAAAKA8/ZZAgAVUChgY/s72-c/20_Metamorfose.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-3954167193119791308</id><published>2010-01-09T16:36:00.000-08:00</published><updated>2010-01-09T16:40:27.843-08:00</updated><title type='text'>Por que o melhor lugar do mundo, tinha que ser o Ceará...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/S0kh4g2ztBI/AAAAAAAAAIk/BgWI0ZeLR8Y/s1600-h/OgAAALc2SgRMk-OZzViMy1FEwNEJtOUrAeACZMltyhb1d3fctuHbPcXYxPXV1Dxv3nyhkmtbcwekk31t_qysJpV_1vgAm1T1UIVYrQwyqmut5D8fksb6kWcCYcL4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/S0kh4g2ztBI/AAAAAAAAAIk/BgWI0ZeLR8Y/s320/OgAAALc2SgRMk-OZzViMy1FEwNEJtOUrAeACZMltyhb1d3fctuHbPcXYxPXV1Dxv3nyhkmtbcwekk31t_qysJpV_1vgAm1T1UIVYrQwyqmut5D8fksb6kWcCYcL4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424904480920679442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quem eh cearense, tem que entender.. rs Quem nao eh, pode-se sempre aprender um novo idioma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Abraço a todos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conselhos de cearense para 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Você já é um cagado por estar vivo, pense nisso e agradeça a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Não fique arrudiando para estar junto de quem você gosta, se avexe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Não bote boneco no trabalho, seja paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Pra você ficar estribado é preciso trabalhar. Não fique frescando com os colegas. Funcionário que não dá um prego numa barra de sabão não fica não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Se você tiver mesmo afim de sair porque não agüenta mais aquele seu  chefe véi fulerage, aquele cabra que te deixa fumando numa quenga, tenha calma, pois não adianta ficar ispritado porque ele não reconhece que você rala o bucho no trabalho, vá procurar algo melhor e cape o gato na hora H.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Mesmo que seus objetivos estejam lá na baixa da égua, vale a pena buscá-los e dê uma rabiçaca para os maus pensamentos, pois pra gente conseguir o que quer tem é Zé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Dê um desconto para aquele cabra que só bate fofo com você. Vale a pena investir, pois de tanto insistir pode nascer um bruguelo ou um minino réi amarelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Quando quiser algo, seja o cão chupando manga e vá em frente. Não desista e dê uma pinóia pros maus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Você é um(a) corralinda, é importante que você ame a si próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Não vá bulir em coisa que tá dando certo. Deixe quieto, pois de tanto coisar com uma, coisar com outra, vc pode ganhar um  chapéu de touro, seu mói de chifre. E se quiser matar o verme, procure o doidim/doidinha que está a seu lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Você ainda não tem ninguém, não pegue qualquer marmota. Escolha uma corralinda igual a você e não rebole no mato as boas oportunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Pras vitalinas (aquelas que o cabra não pode nem triscar que já ficam igual a uma barata num bico de uma galinha) fiquem pastorando até encontrar alguém pai d'égua. Não escolha um cabra peba ou malamanhado. O segredo é pelejar e não desistir. Não peça pinico e deixe quem quiser mangar. Um dia seu machoréi vai encontrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Não  fique batendo o quengo pensando em besteira, tenha pensamentos positivos e diga: Sai mundiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Se algo não sair como você planejou, não fique de lundu. Saia com aquele magote de amigos seus pra tomar um merol ou uma meiota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. E na noite da entrada do ano, coma aquela gororoba prá dar sorte até encher o bucho, mas não demais senão dá gastura. Ah! Não esqueça do grito de guerra pra dar mais sorte ainda: Queima raparigal!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-3954167193119791308?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/3954167193119791308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=3954167193119791308' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/3954167193119791308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/3954167193119791308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2010/01/por-que-o-melhor-lugar-do-mundo-tinha.html' title='Por que o melhor lugar do mundo, tinha que ser o Ceará...'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/S0kh4g2ztBI/AAAAAAAAAIk/BgWI0ZeLR8Y/s72-c/OgAAALc2SgRMk-OZzViMy1FEwNEJtOUrAeACZMltyhb1d3fctuHbPcXYxPXV1Dxv3nyhkmtbcwekk31t_qysJpV_1vgAm1T1UIVYrQwyqmut5D8fksb6kWcCYcL4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-1170005205963810656</id><published>2009-10-12T18:05:00.000-07:00</published><updated>2009-10-12T18:09:25.302-07:00</updated><title type='text'>Eu sonho com uma escola...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.senado.gov.br/sf/senado/portaldoservidor/jornal/Jornal105/Imagens/sonho1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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 &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola em que os estudantes não se preocupem apenas com a necessidade artificial de tirar notas boas e passar de ano. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola em que os professores se encontrem semanalmente com cada um dos seus alunos para orientá-los no processo individual de aprendizado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola em que os pais não abandonem os filhos nas mãos dos professores, mas entendam que são eles, pais, os primeiros mestres. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola em que professores e alunos não se tratem como objetos, mas estabeleçam um diálogo pessoal, significativo e produtivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola em que os professores tenham tempo para ler, refletir, estudar, e não precisem ser “reciclados”, algo mais apropriado para o lixo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola em que os alunos vejam o conhecimento como um todo integrado, e não se percam no fragmentário, no intermitente, no desconjuntado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola em que o silêncio da curiosidade “fale” mais alto que o barulho do desinteresse. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola em que todos os professores se ajudem e constituam uma força social capaz de exigir condições justas para que eles, profissionais, possam professar melhor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola em que se possa respirar a autêntica liberdade, a que sempre se compromete com o melhor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola em que todos entrem felizes e saiam preocupados — preocupados em tornarem-se verdadeiros seres humanos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola em que nunca se fale de política, porque a política, numa educação profunda, é mais do que um tema a ser abordado, é condimento natural de todas as discussões. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola em que nunca se fale de Deus como se fosse algo estranho falar de Deus. A educação religiosa é exigência natural de uma consciência viva. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Eu sonho com uma escola, e com uma faculdade, em que os sonhos de um mundo melhor não sejam meros sonhos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Bem sei que tudo isso é utopia. Mas é das utopias que surgem as novas realidades.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-1170005205963810656?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/1170005205963810656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=1170005205963810656' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/1170005205963810656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/1170005205963810656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2009/10/eu-sonho-com-uma-escola.html' title='Eu sonho com uma escola...'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-1474979702968390537</id><published>2009-09-23T16:19:00.000-07:00</published><updated>2009-09-23T16:28:37.528-07:00</updated><title type='text'>QUANDO TUDO É SÓ LITERATURA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/Srqt6xh0O3I/AAAAAAAAAIE/8TsztJwU5-Q/s1600-h/abraco-literatura.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 250px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/Srqt6xh0O3I/AAAAAAAAAIE/8TsztJwU5-Q/s320/abraco-literatura.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384807529714039666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;table&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="texhtml" style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-family:Georgia;font-size:130%;"  &gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; Literatura de mãos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/DIEGOL%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-family:Georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;, literatura de pés&lt;/span&gt;,  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; literatura de olhares,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; literatura de vontades,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; literatura de projetos,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; literatura de encantamentos,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; tudo pra eles foi literatura,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; cartas virando textos,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; textos virando cartas,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; almas virando rimas,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; beijos frios nos cenários...&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-family:Georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Conviveram cada um&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; com o que construíram do outro&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; e como era de se esperar,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; o "construído" quando &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; saía do seu papel de personagem,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; sangrando sangue verdadeiro,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; gritando a dor de alguma ferida&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; (verdadeira)&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; saltava da tela fria,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; ameaçando virar gente,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; quebrando todo o cenário,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; fugia ao script, que drama,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; era logo desdenhado, marcado&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; para morrer...&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-family:Georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Ainda bem que era só literatura,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; onde morrer e nascer é só&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; pensamento de autor,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; este autor chamado Acaso,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; que joga as pessoas a seu gosto...&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; Ainda bem que tais mortes,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; como nos palcos dos teatros,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; ao findar a cena triste&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; da despedida cruel,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; os atores voltam a ser,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; aquilo que sempre foram,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; e se já vivem há décadas,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; então saberão que na vida&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; o que mais há são despedidas,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; mas saberão também &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; que permanecem intactos,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; na sua verdadeira essência,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; conviveram cada um&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; com o que construíram do outro&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; mas não há tais despedidas,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; entre seres de tal matéria,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; pois nas peças, há os atos,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; nas novelas, os capítulos,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; e os atores sempre ressurgem&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; em tantos novos papéis,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; enredados nas tramas do Acaso..&lt;/span&gt;   &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; Da peça que encerrou-se&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; ficam os atores ...&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; à espera de novos papéis...&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; não há despedida entre eles...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);font-family:Georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Tania Orsi Vargas&lt;br /&gt;Publicado no Recanto das Letras em 03/05/2008&lt;br /&gt;    Código do texto: T973314&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-1474979702968390537?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/1474979702968390537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=1474979702968390537' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/1474979702968390537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/1474979702968390537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2009/09/quando-tudo-e-so-literatura.html' title='QUANDO TUDO É SÓ LITERATURA'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/Srqt6xh0O3I/AAAAAAAAAIE/8TsztJwU5-Q/s72-c/abraco-literatura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-6971849852368683365</id><published>2009-09-21T18:49:00.000-07:00</published><updated>2009-09-21T20:01:52.104-07:00</updated><title type='text'>Leia, Leia, Leia...</title><content type='html'>&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-a1f58b5c731a6dcb" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Da1f58b5c731a6dcb%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331529506%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D21161B5CAA109BFFA62C67117F879C3F3D4B9D2B.15BB2EA1824B99C085EA313412DDE15B314F4303%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Da1f58b5c731a6dcb%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DqDNHIMR8XTK7LxMxFAy_VxcC50E&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed 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href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/6971849852368683365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=6971849852368683365' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/6971849852368683365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/6971849852368683365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2009/09/leia-leia-leia.html' title='Leia, Leia, Leia...'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' 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/&gt;&lt;/a&gt;Alunos Nota &lt;span style="font-size:180%;"&gt;10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-2998231653477357538?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/2998231653477357538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=2998231653477357538' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/2998231653477357538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/2998231653477357538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2009/09/projeto-roda-de-leitura.html' title='Projeto Roda de Leitura'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/Srgas5pwx8I/AAAAAAAAAH0/Qktit9q2jjQ/s72-c/19062009996.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-8326701875024878072</id><published>2009-09-21T17:09:00.000-07:00</published><updated>2009-09-21T17:13:22.810-07:00</updated><title type='text'>Conto - Prazer de ler</title><content type='html'>&lt;p class="imenso" align="center"&gt;Sinais de Pontuação&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/secoes/portuguesinho/ler%20aprender%20solpinho.jpg" alt="ler_aprender_solpinho.jpg (27677 bytes)" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto" align="right"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="titulo"&gt;Pontos de Vista&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro de Português quando estourou a discussão.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Esta história já começou com um erro — disse a Vírgula.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Ora, por quê? — perguntou o Ponto de Interrogação.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Deveriam me colocar antes da palavra "quando" — respondeu a Vírgula.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Concordo! — disse o Ponto de Exclamação. — O certo seria:&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;"Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro de Português, quando estourou a discussão".&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Viram como eu sou importante? — disse a Vírgula.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— E eu também — comentou o Travessão. — Eu logo apareci para o leitor saber que você estava falando.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— E nós? — protestaram as Aspas. — Somos tão importantes quanto vocês. Tanto que, para chamar a atenção, já nos puseram duas vezes neste diálogo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— O mesmo digo eu — comentou o Dois-Pontos. — Apareço sempre antes das Aspas e do Travessão.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Estamos todos a serviço da boa escrita! — disse o Ponto de Exclamação. — Nossa missão é dar clareza aos textos. Se não nos colocarem corretamente, vira uma confusão como agora!&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Às vezes podemos alterar todo o sentido de uma frase — disseram as Reticências. — Ou dar margem para outras interpretações...&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— É verdade — disse o Ponto. — Uma pontuação errada muda tudo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Se eu aparecer depois da frase "a guerra começou" — disse o Ponto de Interrogação — é apenas uma pergunta, certo?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Mas se eu aparecer no seu lugar — disse o Ponto de Exclamação — é uma certeza: "A guerra começou!"&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Olha nós aí de novo — disseram as Aspas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Pois eu estou presente desde o comecinho — disse o Travessão.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Tem hora em que, para evitar conflitos, não basta um Ponto, nem uma Vírgula, é preciso os dois — disse o Ponto e Vírgula. — E aí entro eu.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— O melhor mesmo é nos chamarem para trazer paz — disse a Vírgula.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;— Então, que nos usem direito! — disse o Ponto Final. E pôs fim à discussão.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;&lt;br /&gt;Conto de João Anzanello Carrascoza, ilustrado&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;por Will.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="texto"&gt;Revista Nova Escola - Edição Nº 165 - Setembro de 2003&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-8326701875024878072?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/8326701875024878072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=8326701875024878072' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/8326701875024878072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/8326701875024878072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2009/09/conto-prazer-de-ler.html' title='Conto - Prazer de ler'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-7989661066863077105</id><published>2009-09-20T12:42:00.000-07:00</published><updated>2009-09-20T12:59:21.876-07:00</updated><title type='text'>S.O.S Português</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;POR QUE O VERBO COLORIR NÃO ADMITE A FORMA "EU COLORO"?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Esse é um dos verbos da língua portuguesa que são classificados como defectivos, pois não têm a conjugação completa. Faltam-lhe a primeira pessoa no singular do presente do indicativo (eu) e as formas dela derivadas: o presente do subjuntivo, o imperativo negativo e algumas pessoas do imperativo afirmativo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ausências se justificam porque os sons das flexões não são considerados eufônicos (não soam agradável, mas estranho, dissonante). Para solucionar essas carências, devemos utilizar outras formas equivalentes que não alterem o significado do que queremos passar. Confira algumas possibilidades:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;"Ele pede que eu pinte a parede"&lt;/li&gt;&lt;li&gt;"Eu pinto a tira que já está pronta"&lt;/li&gt;&lt;li&gt;"Ponha mais cor neste desenho, menino"&lt;/li&gt;&lt;li&gt;"Pinte a paisagem com cores mais fortes"&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Existem outros verbos defectivos. Precaver e reaver, por exemplo, não têm a primeira pessoa do singular do indicativo (apresentando somente a primeira e a segunda do plural do presente do indicativo: nós precavemos, vós precaveis e nós reavemos e vós reaveis, respectivamente), todo o presente do subjuntivo e o imperativo negativo.&lt;br /&gt;No caso do verbo adequar, não existem as formas "eu adequo", "ele adequa", " que eu adeque" e " que nós adequemos", entre outras. Mais uma vez é preciso buscar substituições pertinentes para o contexto, como as flexões dos verbos adaptar e ajustar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-7989661066863077105?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/7989661066863077105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=7989661066863077105' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7989661066863077105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7989661066863077105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2009/09/sos-portugues.html' title='S.O.S Português'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-7815810319678859576</id><published>2009-05-13T07:26:00.000-07:00</published><updated>2009-05-13T07:42:58.382-07:00</updated><title type='text'>Projeto Roda de Leitura: Os Elementos da Narrativa...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SgrcRmkjAvI/AAAAAAAAAGk/AI32FuozrbY/s1600-h/Jonas_a_ler.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 316px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SgrcRmkjAvI/AAAAAAAAAGk/AI32FuozrbY/s320/Jonas_a_ler.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335318903543497458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Devemos começar pelos &lt;strong&gt;personagens....&lt;/strong&gt;Os persangens (ou as personagem, como queiram) são os elementos fundamentais de uma narrativa, e podem ser classificados como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-PROTAGONISTA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o personagem principal da narrativa. Tudo gira em torno dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-ANTAGONISTA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É quem rivaliza com o protagonista, o vilão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-CO-ADJUVANTES:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São os personagens secundários, aqueles que se forem retrados, não comprometerão p enredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: Nas pesquisas de vocês, com certeza, encontraram outras classificações, porém para este projeto só quero esta classificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O NARRADOR:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos dois tipos de narrador: em 1ª pessoa e em 3ª pessoa (do caso reto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1ª PESSOA: Além de narrador, é também um personagem da história.&lt;br /&gt;3ª PESSOA: Somente observa os fatos e os conta, pode interferir na história e pode, apenas, ser um mero observador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O TEMPO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É quando se passa a história. Podendo ser cronológico ou psicológico.&lt;br /&gt;Para o projeto, quero que só analisem o tempo cronólogico, que é caracterizado pela passagem do tempo no relógio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O ESPAÇO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Local onde a história acontece. O espaço físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CLÌMAX:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o ponto mais importante da história, é o ponto decisivo no desfecho de mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESFECHO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como finaliza a história, como o termina os fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até aqui vocês ja têm meio caminho andado, agora busquem mais material e comecem a elaborar a análise de vocês.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-7815810319678859576?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/7815810319678859576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=7815810319678859576' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7815810319678859576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7815810319678859576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2009/05/projeto-roda-de-leitura-os-elementos-da.html' title='Projeto Roda de Leitura: Os Elementos da Narrativa...'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SgrcRmkjAvI/AAAAAAAAAGk/AI32FuozrbY/s72-c/Jonas_a_ler.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-3717988363404839960</id><published>2009-05-11T12:29:00.000-07:00</published><updated>2009-05-11T12:52:46.257-07:00</updated><title type='text'>Pra começar: O que é, afinal, Literatura??? Qual sua função???</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SgiCAePnLcI/AAAAAAAAAGE/xw034SFaso0/s1600-h/literatura.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 346px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SgiCAePnLcI/AAAAAAAAAGE/xw034SFaso0/s400/literatura.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334656703250509250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A LITERATURA, FUNÇÃO E TIPOS DE TEXTOS LITERÁRIOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a função de educar causando prazer, a Literatura, é arte que através das palavras (escritas) cria um novo universo, parecido com o que conhecemos em relação ao tempo , ao espaço, às pessoas, porém é FICÇÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrem-se que a literatura, cria um mundo PARECIDO e não igual ao nosso. É um mundo imaginado, através da criatividade do artista. O texto literário é aquele que pretende emocionar, e para isso emprega a língua com liberdade e beleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Arte Literária é mimese (imitação); é a arte que imita pela palavra" (Aristóteles, Grécia Clássica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já falei pra vocês (em sala de aula) existem vários tipos de textos literários que vão se diferenciar uns dos outros através das formas e temáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os textos literários estão divididos em gêneros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_Épico/ Narrativo&lt;br /&gt;_Dramático&lt;br /&gt;_Lírico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gênero NARRATIVO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mais faz do que relatar um enredo, sendo ele imaginário ou não, situado em tempo e lugar determinados, envolvendo uma ou mais personagens, e assim o faz de diversas formas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à estrutura, ao conteúdo e à extensão, pode-se classificar as obras narrativas em romances, contos, novelas, poemas épicos, crônicas, fábulas e ensaios. Quanto à temática, às narrativas podem ser histórias policiais, de amor, de ficção e etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo texto que traz foco narrativo, enredo, personagens, tempo e espaço, conflito, clímax e desfecho é classificado como narrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Romance&lt;/strong&gt;: é um texto completo, com tempo, espaço e personagens bem definidos de carácter verossímil. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fábula:&lt;/strong&gt; é um texto de carácter fantástico que busca ser inverossímil (não tem nenhuma semelhança com a realidade). As personagens principais são animais ou objetos, e a finalidade é transmitir alguma lição de moral. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Epopéia ou Épico: &lt;/strong&gt;é uma narrativa feita em versos, num longo poema que ressalta os feitos de um herói ou as aventuras de um povo. Três belos exemplos são Os Lusíadas, de Luís de Camões, Ilíada e Odisséia, de Homero. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Novela:&lt;/strong&gt; é um texto caracterizado por ser intermediário entre a longevidade do romance e a brevialidade do conto. O personagem se caracteriza existencialmente em poucas situações. Como exemplos de novelas, podem ser citadas as obras O alienista, de Machado de Assis, e A metamorfose, de Kafka. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conto:&lt;/strong&gt; é um texto narrativo breve, e de ficção, geralmente em prosa, que conta situações rotineiras, anedotas e até folclores (conto popular). Caracteriza-se por personagens previamente retratados. Inicialmente, fazia parte da literatura oral e Boccaccio foi o primeiro a reproduzi-lo de forma escrita com a publicação de Decamerão. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Crônica:&lt;/strong&gt; é uma narrativa informal, ligada à vida cotidiana, com linguagem coloquial, breve, com um toque de humor e crítica. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ensaio: &lt;/strong&gt;é um texto literário breve, situado entre o poético e o didático, expondo idéias, críticas e reflexões morais e filosóficas a respeito de certo tema. É menos formal e mais flexível que o tratado. Consiste também na defesa de um ponto de vista pessoal e subjetivo sobre um tema (humanístico, filosófico, político, social, cultural, moral, comportamental, literário, etc.), sem que se paute em formalidades como documentos ou provas empíricas ou dedutivas de caráter científico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gênero LÍRICO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É na maioria das vezes expressa pela poesia. Entretanto é de grande importância realçar que nem toda poesia pertence ao gênero lírico. Esse gênero preocupa-se principalmente com o mundo interior de quem escreve o poema, o eu-lírico, que pode ser também chamado de sujeito lírico, voz lírica ou voz poética ( a voz interior). Os acontecimentos exteriores funcionam como estímulo para o poeta escrever. O que é fundamental em um poema é o trabalho com as palavras, que dá margem à compreensão da emoção, dos pensamentos, sentimentos do eu-lírico e, muitas vezes, levam à reflexão, portanto, sendo geralmente escrito na primeira pessoa do singular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Textos líricos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ode:&lt;/strong&gt; é um texto de cunho entusiástico e melódico, em geral, uma música. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hino:&lt;/strong&gt; é um texto de cunho glorificador ou até santificador. Os hinos de países e as músicas religiosas são exemplos de hinos. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Soneto:&lt;/strong&gt; é um texto em poesia com 14 versos, dividido em dois quartetos e dois tercetos, com rima geralmente em A-B-A-B A-B-B-A C-D-C D-C-D. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Haicai ou Haiku:&lt;/strong&gt; é uma forma de poesia japonesa, sem rima, constituídos normalmente por três versos na ordem de 5-7-5 sílabas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gênero DRAMÁTICO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É composto de textos que foram escritos para serem encenados em forma de peça de teatro. Para o texto dramático se tornar uma peça, ele deve primeiro ser transformado em um roteiro, para depois poder ser transformado em um texto do gênero espetacular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe narrador nesse tipo de texto, o drama é dividido entre as duas personagens locutoras, que entram em cena pela citação de seus nomes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Classifica-se de drama toda peça teatral caracterizada por seriedade, ou solenidade, em oposição à comédia propriamente dita".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elegia – &lt;/strong&gt;é um texto de exaltação à morte de alguém, sendo que a morte é elevada como o ponto máximo do texto.Um bom exemplo é a grande peça Romeu e Julieta, de William Shakespeare. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Epitalâmia – &lt;/strong&gt;é um texto relativo às noites nupciais líricas, ou seja, noites românticas com poemas e cantigas. Um bom exemplo de epitalâmia é a peça Romeu e Julieta nas noites nupciais. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sátira – &lt;/strong&gt;é um texto de caráter ridicularizador, podendo ser também uma crítica indireta a algum fato ou a alguém. Uma piada é um bom exemplo de sátira. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Farsa – &lt;/strong&gt;é um texto onde os personagens principais podem ser duas ou mais pessoas diferentes e não serem reconhecidos pelos feitos dessa pessoa. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tragédia – &lt;/strong&gt;representa um fato trágico e tende a provocar compaixão e terror.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-3717988363404839960?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/3717988363404839960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=3717988363404839960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/3717988363404839960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/3717988363404839960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2009/05/pra-comecar-o-que-e-afinal-literatura.html' title='Pra começar: O que é, afinal, Literatura??? Qual sua função???'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SgiCAePnLcI/AAAAAAAAAGE/xw034SFaso0/s72-c/literatura.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-86638231088516017</id><published>2008-10-28T19:41:00.000-07:00</published><updated>2008-10-28T19:43:22.374-07:00</updated><title type='text'>POR QUE NO MELHOR LUGAR DO MUNDO, TINHA QUE TER MESMO, UMA LÍNGUA DIFERENTE!</title><content type='html'>ABESTADO = Otário&lt;br /&gt;AI' DENTO = Resposta a qualquer provocação&lt;br /&gt;ARRE EGUA! = alegria ou irritação&lt;br /&gt;AVALIE = Imagine&lt;br /&gt;AVEXADO = Apressado&lt;br /&gt;BAITOLA = gay&lt;br /&gt;BAIXA DA ÉGUA = Lugar distante&lt;br /&gt;BILA = Bola de gude&lt;br /&gt;BILOTO = Botão&lt;br /&gt;BOCA QUENTE ou CHEIRO DO QUEIJO = Lugar perigoso&lt;br /&gt;BUNEQUEIRO = Quem bota boneco &lt;br /&gt;BUTAR BUNECO - Criar confusão, perder a linha, farrear bastante&lt;br /&gt;CAPAR O GATO ou TIRAR OS CALÇO = Ir embora&lt;br /&gt;CHABOQUE = Tampo&lt;br /&gt;CHEI DOS PAU = Bêbado&lt;br /&gt;CUSTAR = Demorar&lt;br /&gt;ZAMBETA = Cambota&lt;br /&gt;TEM E ZE = É muito difícil&lt;br /&gt;SÓ O MÍ = coisa boa&lt;br /&gt;SO O BURACO E A CATINGA - Pessoa dismilinguida&lt;br /&gt;GUARIBADA = Dar uma caprichada&lt;br /&gt;GASGUITA = Mulher que grita d+&lt;br /&gt;FUMANDO NUMA QUENGA = Puto da vida&lt;br /&gt;FULERAGE ou PAIA = Coisa sem valor&lt;br /&gt;GASTURA = Mal-estar&lt;br /&gt;INGEMBRADO = Torto&lt;br /&gt;MACHORRÉI = cara, amigo..&lt;br /&gt;MELADO = Bêbado&lt;br /&gt;MOI DE CHIFRE = corno&lt;br /&gt;PAI D'EGUA = Porreta, legal..&lt;br /&gt;SUSTANÇA = Energia dos alimentos&lt;br /&gt;VERMINOSO = Fominha&lt;br /&gt;PAPOCO = estouro&lt;br /&gt;RUMA ou QUISSÓ = muito&lt;br /&gt;MASSA = bom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque no CEARÁ é assim!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-86638231088516017?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/86638231088516017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=86638231088516017' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/86638231088516017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/86638231088516017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/10/por-que-no-melhor-lugar-do-mundo-tinha.html' title='POR QUE NO MELHOR LUGAR DO MUNDO, TINHA QUE TER MESMO, UMA LÍNGUA DIFERENTE!'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-2160802681782280910</id><published>2008-10-02T19:01:00.000-07:00</published><updated>2008-10-02T19:05:24.820-07:00</updated><title type='text'>PRÍNCIPIOS DE LIDERANÇA</title><content type='html'>&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Entender seus valores e aonde quer chegar o levarão à direção certa.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Explique-se para que sua equipe saiba se quer acompanhá-lo.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Exigir o melhor é o pré-requisito para obtê-lo.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A fé em sua visão vai assegurar que seus seguidores permaneçam firmes na busca de seus objetivos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-2160802681782280910?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/2160802681782280910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=2160802681782280910' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/2160802681782280910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/2160802681782280910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/10/prncipios-de-liderana.html' title='PRÍNCIPIOS DE LIDERANÇA'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-7007162933250076437</id><published>2008-10-02T18:53:00.000-07:00</published><updated>2008-10-02T19:01:44.268-07:00</updated><title type='text'>O papel de um líder...</title><content type='html'>Depois de alguns dias sem postar, estou eu aqui.&lt;br /&gt;Enumerei três papeis de um verdadeiro líder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - O líder precisa de integridade e deve apoiar-se em valores pessoais para tomar decisões corretas.&lt;br /&gt;2 - Os líderes devem ter tempo e espaço para se revelar. Líderes se desenvolvem, não são fabricados.&lt;br /&gt;3 - Os líderes precisam ter uma saudável quantidade de humildade, coragem e humanidade. A humildade é útil nos momentos de sucesso. A coragem nos  de fracasso. A humanidad, em todos os momentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-7007162933250076437?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/7007162933250076437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=7007162933250076437' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7007162933250076437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7007162933250076437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/10/o-papel-de-um-lder.html' title='O papel de um líder...'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-247993683920123841</id><published>2008-09-24T18:04:00.001-07:00</published><updated>2008-09-24T18:04:53.794-07:00</updated><title type='text'>Por que os meses têm esses nomes?</title><content type='html'>&lt;p class="centralizado" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/secoes/curiosidades/calendario2.jpg" width="123" height="84" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt; Você sabia que a maioria dos nomes dados aos meses do ano tem origem no primeiro calendário romano, criado por Rômulo, em 753 a.C.? Esse calendário possuía apenas &lt;em&gt;dez&lt;/em&gt; meses, sendo o primeiro deles o mês de &lt;em&gt;março&lt;/em&gt;. O responsável por introduzir mais dois meses ao calendário foi&lt;em&gt; Numa Pumpílio&lt;/em&gt; (700 a.C- 673 a.C.), o segundo rei de Roma. Tempos mais tarde, optou-se pela troca de alguns nomes, a fim de homenagear o imperador César Augusto. Veja a seguir as razões que justificam o nome recebido por cada mês:&lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;strong&gt;Janeiro&lt;/strong&gt; - Homenagem ao deus romano &lt;em&gt;Jano &lt;/em&gt;(&lt;em&gt;Janus&lt;/em&gt;, em latim), o deus da mudança (dos começos e dos fins), com duas faces, olhando em direções opostas, uma para a guerra outra para a paz, uma para o passado (fim do ano) outra para o futuro (ano novo).&lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fevereiro &lt;/strong&gt;-&lt;span class="texto"&gt; Mês dedicado ao deus da purificação dos mortos, &lt;em&gt;Februa&lt;/em&gt;, a quem os romanos ofereciam sacrifícios para expiar as faltas cometidas durante todo o ano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Março&lt;/strong&gt; - Homenagem a Marte (&lt;em&gt;Martius&lt;/em&gt;), deus da guerra. &lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Abril&lt;/strong&gt; - Há duas versões: A primeira baseia-se em uma comemoração sagrada: &lt;em&gt;aprilis, &lt;/em&gt;feita em homenagem a Vênus, deusa do amor. A segunda versão viria de &lt;em&gt;aperire&lt;/em&gt; (abrir, em latim)&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; referência ao período de abertura das flores, no hemisfério norte.&lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Maio&lt;/strong&gt; - Nome baseado em comemorações que honravam duas deusas romanas identificadas com  a primavera e com o crescimento de plantas e flores, &lt;em&gt;Maia&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Flora&lt;/em&gt;. &lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Junho&lt;/strong&gt; - Homenagem à deusa &lt;em&gt;Juno&lt;/em&gt;, protetora das mulheres e da maternidade. Outra versão diz que deriva do nome de um clã romano chamado &lt;em&gt;Junius&lt;/em&gt;. &lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Julho&lt;/strong&gt; - No primeiro calendário romano, era chamado de &lt;em&gt;quintilis, &lt;/em&gt;por ser o quinto mês do ano. Em  44 a. C., foi rebatizado em homenagem ao grande líder romano Júlio César, que fora assassinado.&lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Agosto&lt;/strong&gt; - Por representar o sexto mês do ano no antigo calendário romano, recebia o nome de &lt;em&gt;sextilis&lt;/em&gt;. Também foi rebatizado para homenagear outro grande líder, &lt;em&gt;Augusto&lt;/em&gt;, que se tornou o primeiro imperador romano. &lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Setembro&lt;/strong&gt; - Do latim &lt;em&gt;septem&lt;/em&gt; (sete), o sétimo mês, antes do calendário de Numa Pumpílio.&lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Outubro &lt;/strong&gt;- Do latim &lt;em&gt;octo&lt;/em&gt; (oito), o oitavo mês.&lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Novembro&lt;/strong&gt; - Do latim &lt;em&gt;nove&lt;/em&gt;, o nono mês.&lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Dezembro&lt;/strong&gt; - Do latim &lt;em&gt;decem&lt;/em&gt;, o décimo mês.&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p class="centralizado" align="center"&gt;&lt;strong&gt;Grafia dos Meses &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="texto" align="justify"&gt;No Brasil, usa-se  letra &lt;em&gt;minúscula&lt;/em&gt; para grafar o nome dos meses. Já em Portugal e nos países africanos de língua portuguesa, utiliza-se letra &lt;em&gt;maiúscula&lt;/em&gt;. Observe: &lt;/p&gt;      &lt;table align="center" border="1" width="380"&gt;       &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td align="center"&gt;&lt;p class="centralizado"&gt;Brasil: dezembro &lt;/p&gt;           &lt;p class="centralizado"&gt;Portugal e países africanos: Dezembro &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;          &lt;p align="center"&gt;&lt;span class="centralizado"&gt;&lt;strong&gt;Truques&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;Você sabia que existe um ditado para ajudar a memorização da quantidade de dias que cada mês tem? Veja:&lt;/p&gt;      &lt;table align="center" border="1" width="280"&gt;       &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td align="center"&gt;&lt;p class="centralizado"&gt;Trinta dias tem Novembro, &lt;/p&gt;             &lt;p class="centralizado"&gt;Abril, Junho e Setembro, &lt;/p&gt;             &lt;p class="centralizado"&gt;Com 28 ou 29 há só um, &lt;/p&gt;           &lt;p class="centralizado"&gt;E o resto tem trinta e um.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;     &lt;p align="justify"&gt;Outro truque bastante conhecido consiste em fechar a mão e relacionar os meses do ano aos ossos que aparecem. Começa-se a contagem com &lt;em&gt;janeiro&lt;/em&gt;: todos os meses que caírem sobre o ossinho têm 31 dias, aqueles que não caírem têm 30, exceto &lt;em&gt;fevereiro&lt;/em&gt;, obviamente. Obs.: Chega-se ao fim da contagem com &lt;em&gt;julho&lt;/em&gt;, que tem 31 dias, reiniciando com &lt;em&gt;agosto&lt;/em&gt;, que também tem 31 dias.&lt;/p&gt;     &lt;table align="center" border="1" width="15%"&gt;       &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td&gt;&lt;span class="centralizado"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/secoes/curiosidades/maos.jpg" width="134" height="87" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-247993683920123841?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/247993683920123841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=247993683920123841' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/247993683920123841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/247993683920123841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/09/por-que-os-meses-tm-esses-nomes.html' title='Por que os meses têm esses nomes?'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-5592751568822495194</id><published>2008-09-24T17:58:00.000-07:00</published><updated>2008-09-24T18:01:43.043-07:00</updated><title type='text'>Expressões Latinas na Língua Portuguesa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SNri4dvIHsI/AAAAAAAAAE0/Hs8ezmEV4xM/s1600-h/expressoes_latinas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SNri4dvIHsI/AAAAAAAAAE0/Hs8ezmEV4xM/s320/expressoes_latinas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5249757775336578754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;  Você já reparou que a Língua Portuguesa faz uso de uma série de expressões latinas? Elas costumam estar presentes tanto na linguagem oral quanto na escrita, sendo a maior incidência encontrada no âmbito jurídico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observe a seguir uma lista com expressões latinas recorrentes, seguidas de breves definições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ab initio - Desde o princípio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contrario sensu - Em sentido contrário, pela razão contrária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A posteriori - Pelo que segue, depois de um fato. Diz-se do raciocínio que se remonta do efeito à causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A priori - Segundo um princípio anterior, admitido como evidente; antes de argumentar, sem prévio conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apud - Em, junto a, junto em. Emprega-se em citações indiretas, isto é, citações colhidas numa obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carpe Diem - "Aproveita o dia". (Aviso para que não desperdicemos o tempo). Horácio dirigia este conselho aos epicuristas e gozadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curriculum Vitae - Conjuntos de dados relativos ao estado civil, ao preparo profissional e às atividades anteriores de quem se candidata a um emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data venia - Concedida a licença, com a devida vênia. É uma expressão respeitosa com que se inicia uma argumentação discordante da de outrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Et cetera (ou Et caetera) (abrev.: etc.) - E as outras coisas, e os outros, e assim por diante. Apesar de seu sentido etimológico (= e outras coisas), emprega-se, atualmente, não somente após nomes de coisas, mas também de pessoas, como expressão continuativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exempli gratia (abrev. e.g.) - Por Exemplo. É expressão sinônima de verbi gratia (abrev.: v.g.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habeas Corpus - "Que tenhas o corpo". Meio extraordinário de garantir e proteger todo aquele que sofre viloência ou ameaça de constrangimento ilegal na sua liberdade de locomoção, por parte de qualquer autoridade legítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habeas Data - "Que tenha os dados", "Que conheça os dados". Trata-se de garantia ativa dos direitos fundamentais, que se destina a assegurar: a) o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público; b) a retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou administrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homo sapiens  - Homem sábio; nome da espécie humana na nomenclatura de Lineu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Id est - Isto é, quer dizer. Às vezes, aparece abreviadamente (i.e.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In memoriam - Em comemoração, para memória, para lembrança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In posterum - No futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In terminis - No fim. Decisão final que encerra o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In verbis - Nestes termos,  nestas palavras. Emprega-se para exprimir as citações ou as referências feitas com as palavras da pessoa que se citou ou do texto a que se alude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ipsis Verbis - Pelas próprias palavras, exatamente, sem tirar nem pôr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lato sensu - Em sentido amplo, em sentido geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Per capita - Por cabeça, para cada indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quorum - Número mínimo de membros presentes necessário para que uma assembléia possa funcionar ou deliberar regularmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sic - Assim, assim mesmo, exatamente. Pospõe-se a uma citação, ou nela se intercala, entre parênteses ou entre colchetes, para indicar que o texto original é da forma que aparece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Statu quo - "No estado em que". Emprega-se, na linguagem jurídica, para indicar a forma, a situação ou a posição em que se encontra certa questão ou coisa em determinado momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stricto sensu - Em sentido restrito, em sentido literal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verbi gratia (abrev.: v.g.) - Por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verbum ad verbum -  Palavra por palavra, textualmente, literalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vide - Vê, veja, veja-se, veja em. Usa-se quando se quer que o leitor consulte outra palavra, expressão ou trecho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-5592751568822495194?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/5592751568822495194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=5592751568822495194' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/5592751568822495194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/5592751568822495194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/09/expresses-latinas-na-lngua-portuguesa.html' title='Expressões Latinas na Língua Portuguesa'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SNri4dvIHsI/AAAAAAAAAE0/Hs8ezmEV4xM/s72-c/expressoes_latinas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-8448086777385107564</id><published>2008-09-19T18:22:00.000-07:00</published><updated>2008-09-19T18:26:59.703-07:00</updated><title type='text'>O que é LER ???</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SNRRLqS5YxI/AAAAAAAAAEs/d2H4S5UxwMs/s1600-h/amigos6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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 &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;"É usar a mente, fortificar a inteligência para todas as matérias."&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;"Ler é uma magia do planeta ,&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;Ler é sempre estar de bem com as palavras,&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;Ler é ser inteligente,&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;É não ligar para o que as pessoas pensam,&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;Ler é viajar só com os olhos e a imaginação,&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;Ler é estar se preparando para um novo mundo. "&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:18;"  &gt;" É usar a inteligência. " &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:18;"  &gt;" Ficar mais perto das letras." &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table class="MsoNormalTable" style="width: 100%;" border="0" cellpadding="0" width="100%"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt; width: 20%;" width="20%"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:18;"  &gt;"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:13;"  &gt;   A leitura te ajuda,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:13;"  &gt;te ajuda na vida,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:13;"  &gt;o livro é seu amigo,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:13;"  &gt;a biblioteca é sua prima."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt;"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:13;"  &gt;Sou uma letrinha&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:13;"  &gt;que ajuda a viver,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:13;"  &gt;sou o alfabeto&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:13;"  &gt;que te ajuda a escrever."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 0.75pt; width: 20%;" width="20%"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:13;"  &gt;" Para saber ler,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:13;"  &gt;é preciso um livro,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:13;"  &gt;para ter um livro,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:13;"  &gt;preciso só um amigo." &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:18;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:18;"  &gt;"Entendimento do que estamos lendo." &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;" É raciocinar. " &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;É usar a imaginação. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;" O livro é como se fosse a estrela ursa da vida. Se você ler vai viver num mundo de emoção e imaginação. " &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;" Ler é viajar no mundo. "&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-8448086777385107564?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/8448086777385107564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=8448086777385107564' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/8448086777385107564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/8448086777385107564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/09/o-que-ler.html' title='O que é LER ???'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SNRRLqS5YxI/AAAAAAAAAEs/d2H4S5UxwMs/s72-c/amigos6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-4405285029955232822</id><published>2008-09-15T20:26:00.000-07:00</published><updated>2008-09-15T20:26:00.529-07:00</updated><title type='text'>Dicas para arrasar na redação do vestibular</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SM3WHoQEviI/AAAAAAAAAEk/9U6FHts6xxk/s1600-h/a9_bb_livros_aberto_um_em_cima_do_outro_.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SM3WHoQEviI/AAAAAAAAAEk/9U6FHts6xxk/s200/a9_bb_livros_aberto_um_em_cima_do_outro_.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246084567508762146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Um dos piores erros que os candidatos podem cometer em uma prova de redação é a extrema preocupação com a forma, com a gramática. O importante é que ele opine sobre o tema", explica a coordenadora da banca de avaliação de redações da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), Marisa Magnus Smith.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já faz tempo que o segredo de escrever uma boa redação deixou de ser o fato de não errar a gramática. Na opinião de especialistas, acima de tudo, uma boa redação de vestibular - que nada mais é do que um teste para averiguar a capacidade do estudante em opinar e refletir - deve conter argumentação bem colocada e bem fundamentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se sair bem em sua "defesa", os especialistas dizem que os candidatos não devem ficar "em cima do muro" (ora a favor, ora contra o tema), tampouco comprar opiniões do senso-comum. Se o candidato não estiver certo do que está dizendo e não expuser razões para pensar daquela forma o texto fica vazio. "O texto tem que ter posicionamento, se for exclusivamente informativo não é bom. Aliás, não dá nem para começar a escrever um texto se não tiver uma opinião. Um texto sem opinião não existe", reforça o professor de redação do Cursinho Anglo, Maurício Soares Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender melhor por que os especialistas defendem essa idéia é fácil: imagine que as drogas acabaram de ser legalizadas pelo governo. Segundo os especialistas, se as pessoas abrem o jornal e procuram um artigo sobre a questão e encontram um texto sem nenhuma argumentação ou opinião, elas não refletirão, além de chato de ler. Para eles, aquilo que o leitor espera de um articulista é o mesmo que um examinador de vestibular espera de um futuro universitário (especialmente se for de universidade pública): opinião e reflexão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Soares Filho, para seu texto causar impacto, porém, a opinião deve estar muito clara. Por isso, a construção da redação deve valorizar seus argumentos. A ordem é apostar na organização da estrutura textual para não perder o fio da meada. "Organizar as informações é o segredo para fazer que a opinião apareça", complementa Soares Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Treinando um texto nota 10&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a intenção é obter destaque por meio de uma boa argumentação, o que fazer para se preparar? Ler, ler, ler e escrever, escrever e escrever. "O hábito da leitura ajuda a desenvolver a escrita. Além disso, com a prática da redação, alguns padrões de textualidade são mais facilmente assimilados do que pelo professor a falar em sala de aula", enfatiza Marisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Soares Filho, a prova de redação é 50% leitura e 50% escrita. "Uma é conseqüência da outra. O primeiro passo para ter sucesso é ler o tema com muita atenção e, em seguida, posicionar sua opinião para definir o que será defendido".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa dica é ler editoriais, crônicas, artigos e textos assinados que emitam opinião sobre o tema que é retratado. Com isso, é possível criar uma bagagem de como e em que momentos é pertinente evidenciar as opiniões pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra dica valiosa é procurar ser autêntico. Na hora de escrever um texto sobre a legalização das drogas ou do aborto ninguém precisa "encarnar o revolucionário" para passar em um vestibular de uma universidade famosa por sua histórica política de contestação. A autenticidade do seu pensamento deve estar refletida em seu texto, nem mais, nem menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Como professor, uma de minhas preocupações é esclarecer para os meus alunos que eles não devem fingir ser uma pessoa que não são na hora de escrever, pois assim, vão ter dificuldades em sustentar os argumentos, e fica muito fácil se contradizer, o que compromete a qualidade do texto", diz Maurício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, a prova de redação serve para avaliar a capacidade do candidato de se comunicar por escrito, de fazer reflexão e de conseguir se expressar de maneira simples e coesa. Por isso é tão importante não ser superficial e mostrar uma visão crítica sobre o tema a ser discutido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 09/10/2007 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fonte:      www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=14581    &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-4405285029955232822?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/4405285029955232822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=4405285029955232822' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/4405285029955232822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/4405285029955232822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/09/dicas-para-arrasar-na-redao-do.html' title='Dicas para arrasar na redação do vestibular'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SM3WHoQEviI/AAAAAAAAAEk/9U6FHts6xxk/s72-c/a9_bb_livros_aberto_um_em_cima_do_outro_.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-2738966662565378010</id><published>2008-09-14T20:17:00.001-07:00</published><updated>2008-09-14T20:26:04.213-07:00</updated><title type='text'>EXPRESSÕES REDUNDANTES</title><content type='html'>&lt;p class="texto" align="justify"&gt;Ocorre redundância quando, numa frase, repete-se uma idéia já contida num termo anteriormente expresso. Assim, as construções redundantes são aquelas que trazem informações desnecessárias, que nada acrescentam à compreensão das mensagens. No dia-a-dia, muitas pessoas utilizam tais expressões sem perceber que, na verdade, são inadequadas. Veja a seguir frases com expressões redundantes freqüentemente utilizadas:&lt;/p&gt;    &lt;table style="width: 641px; height: 817px;" align="center" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td class="texto" width="83%" height="98"&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;strong&gt;"Eu e minha irmã     repartimos o chocolate em METADES IGUAIS."&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ao dividir algo pela metade, as duas partes só podem ser "iguais"!&lt;/p&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="105" height="98"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/secoes/expressoes_redundantes/chocolate.jpg" alt="chocolate.jpg (3434 bytes)" width="91" height="95" /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bgcolor="#fceac9"&gt;     &lt;td class="texto" width="83%" height="119"&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;strong&gt;"O casal ENCAROU     DE FRENTE todas as acusações."&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Seria possível que eles &lt;em&gt;encarassem&lt;/em&gt; "de trás"?&lt;/p&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="105" height="119"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/secoes/expressoes_redundantes/ENCARAR.jpg" alt="ENCARAR.jpg (2495 bytes)" width="88" height="104" /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td class="texto" width="83%" height="119"&gt;&lt;strong&gt;"A modelo ESTREOU seu vestido     NOVO."&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Seria possível que ela &lt;em&gt;estreasse&lt;/em&gt; um vestido "velho"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="105" height="119"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/secoes/expressoes_redundantes/vestido.jpg" alt="vestido.jpg (1803 bytes)" width="89" height="90" /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bgcolor="#fceac9"&gt;     &lt;td class="texto" width="83%" height="98"&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;strong&gt;"Adoro tomar CANJA     DE GALINHA."&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se é &lt;em&gt;canja&lt;/em&gt; que você toma, só pode ser "de galinha"!&lt;/p&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="105" height="98"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/secoes/expressoes_redundantes/canja.jpg" alt="canja.jpg (5758 bytes)" width="89" height="83" /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td width="83%" height="111"&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;strong&gt;"O estado EXPORTOU PARA FORA     menos calçados este ano."&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;E como ele poderia fazer para &lt;em&gt;exportar&lt;/em&gt; para "dentro"?&lt;/p&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="105" height="111"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/secoes/expressoes_redundantes/calacados.jpg" alt="calcados.jpg (2406 bytes)" width="96" height="101" /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr bgcolor="#fceac9"&gt;     &lt;td width="83%" height="111"&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;strong&gt;"Quando AMANHECEU O DIA, o sol     brilhava forte."&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Você já viu amanhecer a "noite"?&lt;/p&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td width="105" height="111"&gt;&lt;img style="width: 126px; height: 125px;" src="http://www.soportugues.com.br/secoes/expressoes_redundantes/SOL.jpg" alt="SOL.jpg (1760 bytes)" /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td width="83%" height="129"&gt;&lt;p class="texto"&gt;&lt;strong&gt;"Tiradentes teve sua CABEÇA     DECAPITADA."&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Alguém já viu um "pé" ser decapitado? &lt;em&gt;Decapitação&lt;/em&gt; só existe na cabeça.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-2738966662565378010?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/2738966662565378010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=2738966662565378010' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/2738966662565378010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/2738966662565378010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/09/expresses-redundantes.html' title='EXPRESSÕES REDUNDANTES'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-4994815793642629480</id><published>2008-09-14T20:09:00.000-07:00</published><updated>2008-09-14T20:14:10.130-07:00</updated><title type='text'>A FORMAÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO BRASIL</title><content type='html'>A língua é um organismo vivo que se modifica ao longo do tempo. Palavras novas surgem para expressar conceitos igualmente novos; outras deixam de ser utilizadas, sendo substituídas.  &lt;p class="texto" align="justify"&gt;Na época das grandes navegações, Portugal conquistou inúmeras colônias e o idioma português foi influenciado pelas línguas faladas nesses lugares, incorporando termos diferentes como "jangada", de origem malaia, e "chá", de origem chinesa. O período renascentista também provocou uma série de modificações na língua, que recebeu termos eruditos, especialmente aqueles relacionados à arte.&lt;/p&gt;    &lt;p class="texto" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/figuras/extras2grandesnavegacoes1.jpg" alt="extras2grandes navegaçoes1.jpg (3170 bytes)" width="133" height="132" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto" align="justify"&gt;Os colonizadores portugueses, principalmente os padres jesuítas, difundiram o idioma no Brasil. No entanto, diversas palavras indígenas foram incorporadas ao português e, posteriormente, expressões utilizadas pelos escravos africanos e imigrantes também foram adotadas. Assim, o idioma português  foi se juntando à família lingüística tupi-guarani, em especial o Tupinambá, um dos dialetos Tupi. Os índios, subjugados ou aculturados, ensinaram o dialeto aos europeus que, mais tarde, passaram a se comunicar nessa "língua geral", o Tupinambá. Em 1694, a língua geral reinava na então colônia portuguesa, com características de língua literária, pois os missionários traduziam peças sacras, orações e hinos, na catequese.&lt;/p&gt;  &lt;table align="center" border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" width="100%"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span class="texto"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/figuras/extras2jesuitas2.jpg" alt="extras2jesuitas2.jpg (3294 bytes)" width="81" height="104" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span class="texto"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/figuras/extras2indios4.jpg" alt="extras2indios4.jpg (4522 bytes)" width="123" height="88" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span class="texto"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/figuras/extras2imigrantes5.jpg" alt="extras2imigrantes5.jpg (4160 bytes)" width="126" height="88" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td align="center"&gt;&lt;span class="texto"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/figuras/extras2jescravos3.jpg" alt="extras2jescravos3.jpg (4756 bytes)" width="132" height="88" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;p class="texto" align="justify"&gt;Com a chegada do idioma iorubá (Nigéria) e do quimbundo (Angola), por meio dos escravos trazidos da África, e com novos colonizadores, a Corte Portuguesa quis garantir uma maior presença política. Uma das primeiras medidas que adotou, então, foi obrigar o ensino da Língua Portuguesa aos índios.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desde o século XVI, época da formação do Português moderno, o português falado em portugal manteve-se mais impermeável às contribuições lingüísticas externas. Já o Brasil, em decorrência do processo de formação de sua nacionalidade, esteve mais aberto às contribuições lingüísticas de outros povos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ainda hoje o português é constantemente influenciado por outras línguas. É comum surgirem novos termos para denominar as novas tecnologias do mundo moderno, além de palavras técnicas em inglês e em outros idiomas que se aplicam às descobertas da medicina e da ciência. Assim, o contato com línguas estrangeiras faz com que se incorporem ao idioma outros vocábulos, em sua forma original ou aportuguesados. &lt;/p&gt;  &lt;p class="texto" align="justify"&gt;Atualmente, existem muitas diferenças entre o português que falamos no Brasil e o que se fala em Portugal. Tais diferenças não se limitam apenas à pronúncia das palavras, facilmente notabilizada na linguagem oral. Existem também diferenças de vocabulário (só para citar um exemplo, no Brasil dizemos "trem", em Portugal se diz "comboio") e de construção gramatical (enquanto no Brasil se utiliza uma construção como "estou estudando", em Portugal prefere-se a forma "estou a estudar"). &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-4994815793642629480?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/4994815793642629480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=4994815793642629480' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/4994815793642629480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/4994815793642629480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/09/formao-da-lngua-portuguesa-no-brasil.html' title='A FORMAÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO BRASIL'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-7352506821356772302</id><published>2008-09-14T19:42:00.000-07:00</published><updated>2008-09-14T19:47:38.137-07:00</updated><title type='text'>Você entende o Hino Nacional Brasileiro?</title><content type='html'>&lt;p class="imenso" align="center"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;img src="http://www.soportugues.com.br/secoes/curiosidades/hino.jpg" alt="hino.jpg (3488 bytes)" width="127" height="92" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    &lt;p align="justify"&gt;   &lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Hino Nacional Brasileiro, símbolo de exaltação à pátria, é uma canção bastante complexa. Além de possuir palavras pouco usuais, sua letra é rica em metáforas. O texto segue o estilo parnasiano, o que justifica  a presença de linguagem rebuscada e de inversões sintáticas, que dificultam a compreensão da mensagem. Assim, a priorização da beleza da forma na elaboração do hino fez com que a clareza ficasse comprometida.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;   Você, que já sabe cantar o hino nacional, conhece-o pela melodia e musicalidade ou pelo sentido que a mensagem representa? A maioria das pessoas, apesar de ter domínio da letra, desconhece seu significado. Veja a seguir o hino nacional. Observe as palavras em destaque e suas definições em parênteses. É provável que você se surpreenda com as informações que sempre proclamou, sem, de fato, estar ciente disso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table class="texto" align="center" border="0" cellpadding="10" cellspacing="0" width="98%"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td class="topesq" align="left" background="#4E9053" valign="top" width="50%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Parte I&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ouviram do Ipiranga as margens &lt;strong&gt;plácidas&lt;/strong&gt;&lt;span class="style3"&gt;(calmas, tranqüilas,     serenas)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;   De um povo heróico o &lt;strong&gt;brado&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(grito, clamor)&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;retumbante&lt;/strong&gt;     &lt;span class="style3"&gt;(que ressoa, ecoante)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;   E o sol da &lt;strong&gt;liberdade&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(independência)&lt;/span&gt;, em raios &lt;strong&gt;fúlgidos&lt;/strong&gt;     &lt;span class="style3"&gt;(brilhantes, luminosos)&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;   Brilhou no céu da Pátria nesse instante. &lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;    &lt;/td&gt;     &lt;td style="border-left-color: rgb(204, 204, 204);" class="topdir" align="left" valign="top" width="50%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Parte II&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Deitado eternamente em berço &lt;strong&gt;esplêndido&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(admirável, grandioso)&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;   Ao som do mar e à luz do céu profundo,&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fulguras&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(cintilas, brilhas)&lt;/span&gt;, ó Brasil, &lt;strong&gt;florão&lt;/strong&gt;&lt;span class="style3"&gt;(ornato, enfeite)&lt;/span&gt; da América,&lt;br /&gt;   Iluminado ao sol do Novo Mundo! &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;          &lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td border="" class="esq" style="color: rgb(153, 153, 153);" align="left" background="#4E9053" valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="style2"&gt;Se o &lt;strong&gt;penhor&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(direito)&lt;/span&gt; dessa igualdade&lt;br /&gt;Conseguimos &lt;strong&gt;conquistar com braço forte &lt;/strong&gt;&lt;span class="style3"&gt;(com nossa firmeza)&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;Em teu &lt;strong&gt;seio&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(interior, âmago)&lt;/span&gt;, ó liberdade,&lt;br /&gt;Desafia o nosso &lt;strong&gt;peito&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(coração)&lt;/span&gt; a própria morte! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="border-left-color: rgb(204, 204, 204);" class="dir" align="left" valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="style2"&gt;Do que a terra, mais &lt;strong&gt;garrida&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(vistosa)&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,&lt;br /&gt;"Nossos bosques têm mais vida",&lt;br /&gt;"Nossa vida" no teu seio "mais amores." &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td border="" class="esq" style="color: rgb(153, 153, 153);" align="left" background="#4E9053" valign="top"&gt;&lt;p class="style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ó Pátria amada,&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Idolatrada&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(adorada, venerada, amada)&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;   Salve! Salve! &lt;/span&gt;         &lt;/p&gt;     &lt;/td&gt;     &lt;td style="border-left-color: rgb(204, 204, 204);" class="dir" align="left" valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="style2"&gt;Ó Pátria amada,&lt;br /&gt;Idolatrada,&lt;br /&gt;Salve! Salve! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td border="" class="esq" style="color: rgb(153, 153, 153);" align="left" background="#4E9053" valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="style2"&gt;Brasil, um sonho intenso, um raio &lt;strong&gt;vívido&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(brilhante, resplandecente)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De amor e de esperança à terra desce,&lt;br /&gt;Se em teu &lt;strong&gt;formoso&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(belo)&lt;/span&gt; céu, &lt;strong&gt;risonho&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(repleto de     promessas)&lt;/span&gt; e &lt;strong&gt;límpido&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(claro)&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;A imagem do &lt;strong&gt;Cruzeiro&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(constelação Cruzeiro do Sul)&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;resplandece&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(brilha)&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="border-left-color: rgb(204, 204, 204);" class="dir" align="left" valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="style2"&gt;Brasil, de amor eterno seja símbolo&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;lábaro&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(bandeira)&lt;/span&gt; que &lt;strong&gt;ostentas&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(exibes)&lt;/span&gt; estrelado,&lt;br /&gt;E diga o verde-&lt;strong&gt;louro&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(amarelo)&lt;/span&gt; dessa &lt;strong&gt;flâmula&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(bandeira)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Paz no futuro e glória no passado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td border="" class="esq" style="color: rgb(153, 153, 153);" align="left" background="#4E9053" valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="style2"&gt;Gigante &lt;strong&gt;pela própria natureza&lt;/strong&gt;&lt;span class="style3"&gt;&lt;em&gt; (&lt;/em&gt;desde que nasceste)&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;És belo, és forte, &lt;strong&gt;impávido&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(destemido)&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;colosso&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(gigante)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E o teu futuro &lt;strong&gt;espelha&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(refletirá)&lt;/span&gt; essa grandeza. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="border-left-color: rgb(204, 204, 204);" class="dir" align="left" valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="style2"&gt;Mas, se ergues da justiça a &lt;strong&gt;clava&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(arma)&lt;/span&gt; forte,&lt;br /&gt;Verás que um filho teu não foge à luta,&lt;br /&gt;Nem teme, quem te adora, a própria morte. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td border="" class="esq" style="color: rgb(153, 153, 153);" align="left" background="#4E9053" valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="style2"&gt;Terra adorada,&lt;br /&gt;Entre outras mil,&lt;br /&gt;És tu, Brasil,&lt;br /&gt;Ó Pátria amada! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="border-left-color: rgb(204, 204, 204);" class="dir" align="left" valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="style2"&gt;Terra, adorada,&lt;br /&gt;Entre outras mil,&lt;br /&gt;És tu, Brasil,&lt;br /&gt;Ó Pátria amada! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td class="bttomesq" align="left" background="#4E9053" valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="style2"&gt;Dos filhos deste solo és mãe &lt;strong&gt;gentil&lt;/strong&gt; &lt;span class="style3"&gt;(generosa)&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;Pátria amada,&lt;br /&gt;Brasil! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td style="border-left-color: rgb(204, 204, 204);" class="bottomdir" align="left" valign="top"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="style2"&gt;Dos filhos deste solo és mãe gentil,&lt;br /&gt;Pátria amada,&lt;br /&gt;Brasil! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Letra: Joaquim Osório Duque Estrada / Música: Francisco Manuel da Silva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Saiba mais:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Sobre os autores &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Joaquim Osório Duque Estrada nasceu em Pati do Alferes (RJ) em 1870 e faleceu em 1927, no Rio de Janeiro. Além de atuar como professor do Colégio D. Pedro II e da Escola Normal, foi poeta e crítico literário.&lt;br /&gt;Francisco Manuel da Silva nasceu em 1795 no Rio de Janeiro, onde faleceu em 1865. Dedicou-se à música desde a infância, fundando a Sociedade Beneficente Musical e o Conservatório de Música do Rio de Janeiro.                                 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Estilo do texto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Trata-se de um texto parnasiano, que privilegia a forma mesmo com sacrifício da clareza da mensagem, gerando dificuldades de compreensão. Para isso, colaboram o preciosismo vocabular e as freqüentes inversões da ordem do discurso, tão ao gosto dos acadêmicos do final do século XIX, mas distantes do universo das gerações atuais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Parnasianismo e Romantismo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sabe-se que a forma do poema é rigorosamente parnasiana, porém o seu conteúdo é romântico, inserindo-se nas propostas dessa escola literária no que se refere à exaltação ufanista.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Canção do Exílio&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na segunda parte do hino, os trechos que estão entre aspas foram extraídos do poema Canção do Exílio, de Gonçalves Dias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;300 anos sem hino&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Desde o descobrimento, o Brasil demorou mais de 300 anos para ter um hino. Em 1831, Francisco Manuel da Silva compôs a melodia. A letra veio 91 anos mais tarde. Após várias opções não terem sido aprovadas pelos portugueses, em 1922, o presidente Epitácio Pessoa declarou o texto de Osório Duque Estrada como letra oficial do hino nacional brasileiro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;50 versos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A  letra do hino nacional possui ao todo 50 versos, distribuídos em duas partes rigorosamente simétricas, tanto na métrica como no ritmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Versão Simplificada&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="texto" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Você sabia que existem diversas versões que tentam simplificar o hino nacional brasileiro, a fim de facilitar o entendimento da mensagem? Observe, por exemplo, a versão abaixo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;          &lt;table style="color: rgb(204, 204, 204);" align="center" border="0" cellpadding="10" width="95%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="celula" style="border-right: medium none;" valign="top" width="50%"&gt;&lt;p class="texto style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nas margens tranqüilas do riacho Ipiranga se ouviu&lt;br /&gt; Um grito muito forte de um povo heróico ,&lt;br /&gt;   E, nesse instante,&lt;br /&gt;   O sol da liberdade brilhou no céu do Brasil,&lt;br /&gt;   Com seus raios muito cintilantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Nós conseguimos conquistar, com muitas lutas,&lt;br /&gt;   A garantia de sermos iguais aos outros.&lt;br /&gt;   Ó Liberdade,&lt;br /&gt;   Desafiamos a própria morte&lt;br /&gt;   Quando estamos junto a ti. &lt;/span&gt;     &lt;/p&gt;     &lt;p class="texto style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Viva! Viva!&lt;br /&gt;   País amado e adorado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="texto style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Brasil, um sonho forte, como um raio muito luminoso,&lt;br /&gt;   De amor e de esperança desce à terra,&lt;br /&gt;   Se a imagem das estrelas do Cruzeiro do Sul,Brilha em teu céu bonito, risonho e claro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="texto style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pela sua própria natureza és um gigante,&lt;br /&gt;   Gigante corajoso, és belo, és forte,&lt;br /&gt;   E o teu futuro vai ser grande como tu. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="texto style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Brasil, Pátria querida,&lt;br /&gt;   Entre tantas outras nações,&lt;br /&gt;   Tu és a mais adorada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="texto style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Brasil, Pátria amada,&lt;br /&gt;   És a mãe querida dos filhos&lt;br /&gt;   Que nasceram aqui! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td class="celula" valign="top" width="50%"&gt;&lt;p class="texto style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Localizado para sempre em terras magníficas,&lt;br /&gt;   Banhado por um oceano e pela luz de um céu imenso,&lt;br /&gt;   Brilhas, Brasil, jóia das Américas,&lt;br /&gt;   Iluminado com o sol deste Continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Teus campos, risonhos e lindos,&lt;br /&gt;   Têm mais flores do que a terra mais enfeitada.&lt;br /&gt;   Nossas florestas têm mais vida.&lt;br /&gt;   Nossa vida mais amores,&lt;br /&gt;   Quando estamos junto de ti. &lt;/span&gt;     &lt;/p&gt;     &lt;p class="texto style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;      Viva! Viva!&lt;br /&gt;   País amado e adorado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="texto style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Brasil, que a tua bandeira estrelada&lt;br /&gt;   Seja um símbolo de amor eterno!&lt;br /&gt;   E que o verde-amarelo desta bandeira diga:&lt;br /&gt;   "Nós temos glórias no passado e no futuro teremos paz". &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="texto style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas se levantares a arma forte da justiça,&lt;br /&gt;   Verás que um brasileiro não foge de uma luta!&lt;br /&gt;   E quem te adora não tem medo nem da morte. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="texto style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Brasil, Pátria querida,&lt;br /&gt;   Entre tantas outras nações,&lt;br /&gt;   Tu és a mais adorada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="texto style2"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Brasil, Pátria amada,&lt;br /&gt;   És a mãe querida dos filhos&lt;br /&gt;   Que nasceram aqui! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-7352506821356772302?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/7352506821356772302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=7352506821356772302' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7352506821356772302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/7352506821356772302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/09/voc-entende-o-hino-nacional-brasileiro.html' title='Você entende o Hino Nacional Brasileiro?'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-8921857472862545747</id><published>2008-09-12T22:14:00.000-07:00</published><updated>2008-09-14T08:38:22.929-07:00</updated><title type='text'>EDUCAR</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SMsT4E_o0AI/AAAAAAAAAEM/LkR18HdHXkg/s1600-h/DSC02854.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; 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color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Todos os homens (e mulheres) de responsabilidade sentem necessidade de transmitir suas experiências e vivências, para que possam colaborar, de alguma forma, com as futuras gerações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Especificamente, os homens têm sido tímidos na abordagem e no seu desempenho de transmitir aos meninos conceitos como amor, amizade, fidelidade, gentileza, afeição. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Não estaríamos nós, homens, fugindo de nossa responsabilidade, de amar e educar meninos, com uma intensidade tal que tivesse real impacto presente e futuro nas suas vidas? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Um menino precisa de exemplos, precisa de carinho (não só de mãe e pai), precisa de modelos, que possa ver, comparar e utilizar em sua vida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Um menino que não teve uma amizade sincera terá desajustes futuros, talvez não faça amigos, ou tenderá a procurar qualquer um que lhe dê atenção (e aí mora o perigo: traficantes, exploradores sexuais e outros tipos se aproveitarão desta “brecha” que a sociedade está impondo!). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Porquê um homem tem vergonha de dizer que ama um menino? Que sociedade é esta que expressões de amor masculina são rejeitadas, unilateralmente? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Talvez alguns até aceitem que a educação dos meninos por homens se dê por palavras - mas afeto, carinho, abraços, seriam algo prejudicial na sua educação? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Precisamos, nós, homens, pedir perdão por nossas ausências e indiferenças perante estes meninos. Agir com atitudes despreconceituosas – se um menino desejar ser nosso amigo, aceitá-lo, orientá-lo para a vida, transmitir-lhe nosso afeto, confiança e ânimo. Mas não somente isto, procurá-los, fazer ver-lhes que há homens de confiança, puros e bons, oferecer-lhes nossa amizade e nossas experiências. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Meninos precisam de homens, e homens precisam entender esta necessidade, não rejeitá-la por preconceitos, timidez ou vergonha. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Que você seja alguém que faça diferença, para melhor, na vida de um menino!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-8921857472862545747?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/8921857472862545747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=8921857472862545747' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/8921857472862545747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/8921857472862545747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/09/educar.html' title='EDUCAR'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SMsT4E_o0AI/AAAAAAAAAEM/LkR18HdHXkg/s72-c/DSC02854.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-1262981800306471128</id><published>2008-09-11T17:50:00.000-07:00</published><updated>2008-09-11T18:00:45.807-07:00</updated><title type='text'>Veredas Lingüísticas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SMm_CEZynQI/AAAAAAAAADo/R4cRhlTvMHw/s1600-h/guia_linguistica.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SMm_CEZynQI/AAAAAAAAADo/R4cRhlTvMHw/s200/guia_linguistica.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244933283312213250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da mesma forma que a humanidade evolui e se modifica com o passar do tempo, a língua acompanha essa evolução e varia de acordo com os diversos contatos entre os seres pertencentes à comunidade universal. Assim, é considerada um objeto histórico, sujeita a transformações, que se modifica no tempo e se diversifica no espaço. Existem quatro modalidades que explicam as variantes lingüísticas:&lt;br /&gt;1. variação histórica (palavras e expressões que caíram em desuso com o passar do tempo);&lt;br /&gt;2. variação geográfica (diferenças de vocabulário, pronúncia de sons e construções sintáticas em regiões falantes do mesmo idioma);&lt;br /&gt;3. variação social (a capacidade lingüística do falante provém do meio em que vive, sua classe social, faixa etária, sexo e grau de escolaridade);&lt;br /&gt;4. variação estilística (cada indivíduo possui uma forma e estilo de falar próprio, adequando-o de acordo com a situação em que se encontra).&lt;br /&gt;Entretanto, mesmo que as variantes acima descritas expliquem as variações lingüísticas, o falante que não domina a língua denominada "padrão" por sua comunidade lingüística, sofre preconceitos e é "excluído" da "roda dos privilegiados", aqueles que tiveram acesso à educação de qualidade e, por isso, consideram-se "melhores" que os demais. Esse tipo de preconceito é denominado preconceito lingüístico.&lt;br /&gt;De acordo com &lt;a title="Marcos Bagno" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcos_Bagno"&gt;Marcos Bagno&lt;/a&gt;, "preconceito lingüístico é a atitude que consiste em discriminar uma pessoa devido ao seu modo de falar". Como já dito, esse preconceito é exercido por aqueles que tiveram acesso à educação de qualidade, à “norma padrão de prestígio”, ocupam as classes sociais dominantes e, sob o pretexto de defender a língua portuguesa, acreditam que o falar daqueles sem instrução formal e com pouca escolarização é “feio”, e carimbam o diferente sob o rótulo do ”erro”. Infelizmente, “preconceito lingüístico” é somente uma denominação “bonita” para um profundo preconceito “social”: não é a maneira de falar que sofre preconceito, mas a identidade social e individual do falante.&lt;br /&gt;Há muitos preconceitos no mundo todo: preconceito racial, preconceito contra os pobres, contra as mulheres..., enfim, uma infinidade de “absurdos” cometidos por parte dos “ignorantes”. Mas, dentro do chamado “preconceito lingüístico”, posso citar alguns considerados “destaque”, devido à constante freqüência de suas ocorrências.&lt;br /&gt;“A norma padrão constitui o português correto; tudo o que foge a ela representa erro”. Dentro do ambiente escolar, muitos professores costumam repetir essa frase. Porém, é necessário que eles compreendam que não existe português certo ou errado, mas modalidades de prestígio ou desprestígio que correspondem ao meio e ao falante. O apagamento de uma modalidade em favor de outra é despersonalizador, pois o indivíduo, ao ingressar na escola, possui um repertório cultural já formado pelo seu meio e, se lhe for dito que tudo o que conhecia (no caso, sua linguagem) é “errado”, perderá sua identidade verdadeira e poderá adquirir o preconceito. Por isso, é desejável que o aluno não abandone sua modalidade em seu meio. Mas, a prática da norma culta deve ser ensinada para a promoção social do mesmo.&lt;br /&gt;As instituições de ensino deveriam tratar a questão do ensino da norma culta e das variantes lingüísticas de maneira com que os alunos conseguissem compreender a norma e suas variantes. Deveriam promover aos alunos uma reflexão sobre a língua materna, distinguindo o que é adequado ou inadequado em determinadas situações de uso. Dessa forma, a classe sócio-economicamente desprivilegiada teria a oportunidade de ascensão social e de acesso aos instrumentos culturais, obtendo prestígio.&lt;br /&gt;Mas, ao contrário do que é realmente adequado ao ensino da língua, as escolas estão mantendo as classes menos favorecidas em um baixo patamar, sem lhes promover o conhecimento da língua materna e a reflexão sobre as variações lingüísticas existentes, privando-as de uma oportunidade de ascensão social.&lt;br /&gt;É importante que os professores promovam os instrumentos necessários para que os alunos possam ser capazes de compreender as linguagens formal e informal e adequá-la às diversas situações que lhes acontecerem. Há também a necessidade de fazê-los refletir sobre o que é “certo e errado”, levando em consideração as diversas variações históricas, estilísticas, geográficas e sociais que a linguagem possui.&lt;br /&gt;“O bom português é aquele praticado em determinada região”, “O caboclo fala errado”, “Nenhum brasileiro fala o português corretamente”. Indivíduos não conhecedores das variantes lingüísticas “adoram” fazer afirmações como essas. Mas é preciso que coloquem em suas mentes que a língua varia de acordo com a região em que é falada (devido à sua cultura, costumes e classe social) e que essa variação afeta a norma criando, então, uma modalidade de linguagem para cada situação específica de ocorrência verbal. Não existe então “certo e errado” no ato lingüístico, mas sim variantes decorrentes de alguns fatores como região, classe social e etc.&lt;br /&gt;“O bom português é o das épocas de ouro da literatura”. Primeiro, há um português culto falado e um escrito. Mas a língua escrita é mais conservadora que a falada; segundo, a norma ancora a língua no contemporâneo; terceiro, a língua é um fenômeno social, e sua existência prende-se aos grupos que a instituíram.&lt;br /&gt;Bagno afirma que “A mídia poderia ser um elemento precioso no combate ao preconceito lingüístico. Infelizmente, ela é hoje o pior propagador deste preconceito. Enquanto os estudiosos, os cientistas da linguagem, alguns educadores e até os responsáveis pelas políticas oficiais de ensino já assumiram posturas muito mais democráticas e avançadas em relação ao que se entende por língua e por ensino de língua, a mídia reproduz um discurso extremamente conservador, antiquado e preconceituoso sobre a linguagem”.&lt;br /&gt;Programas de rádio e televisão, sites da internet, colunas de jornal e outros meios de multimídia estão cheios de “absurdos” teóricos e “distorções”, pois são feitos por pessoas sem formação científica sobre o assunto. Divulgam “bobagens” sobre a língua e discriminam os estudiosos da linguagem. Isso atrapalha a desmistificação do “certo e errado” e acaba propagando o preconceito.&lt;br /&gt;Em suma, para se acabar com o preconceito, seja ele racial, social ou qualquer outro, é necessário que haja uma democratização da sociedade, que dê oportunidades “iguais” à todos, reconhecendo e respeitando suas diferenças. E mais: a palavra “preconceito” significa um “pré” conceito daquilo que ainda não se conhece a fundo. A partir do momento em que se estuda determinado assunto, que se aprende sobre ele, o que se deve adquirir é “respeito”, e não “discriminação”.&lt;br /&gt;&lt;a name="Refer.C3.AAncias"&gt;&lt;/a&gt;Referências&lt;br /&gt;BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico. São Paulo: Edições Loyola, 2001. CAMERON, Deborah. Verbal Hygiene, Londres e Nova Iorque: Routledge, 1995.&lt;br /&gt;POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado das Letras, 1997.VIANA, Nildo. Educação, Linguagem e Preconceito Lingüístico. Plurais. vol. 01, n. 01. Jul./Dez. 2004. &lt;/div&gt;(Texto retirado da internet: pt.wikipedia.org/wiki/preconceito_linguistico)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-1262981800306471128?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/1262981800306471128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=1262981800306471128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/1262981800306471128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/1262981800306471128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/09/veredas-lingsticas.html' title='Veredas Lingüísticas'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SMm_CEZynQI/AAAAAAAAADo/R4cRhlTvMHw/s72-c/guia_linguistica.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-2603104394485139990</id><published>2008-09-10T20:45:00.000-07:00</published><updated>2008-09-10T20:54:17.154-07:00</updated><title type='text'>Quanto vale um menino???</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SMiWLzF7oFI/AAAAAAAAADU/H-va7D92MeE/s1600-h/26610.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SMiWLzF7oFI/AAAAAAAAADU/H-va7D92MeE/s320/26610.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244606895510757458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quanto vale um menino?&lt;br /&gt;Vale o sonho que ele sonha,&lt;br /&gt;vale o seu olhar no futuro,&lt;br /&gt;vale a inocência que o envolve&lt;br /&gt;com essa dourada capa&lt;br /&gt;que o transforma num ser único!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a luta que se empreende&lt;br /&gt;para traçar o seu mundo&lt;br /&gt;que deve ser diferente&lt;br /&gt;do mundo de toda a gente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale o amplo sacrifício&lt;br /&gt;de modelar continentes&lt;br /&gt;espaçosos de sorrisos&lt;br /&gt;para os seus passos maiores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale esse esforço imediato&lt;br /&gt;de apontar-lhe diretrizes&lt;br /&gt;que o conduzam ao infinito&lt;br /&gt;do amor supremo, que é Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale tomá-lo nos braços&lt;br /&gt;para mostrar-lhe a Poesia&lt;br /&gt;que vibra na natureza&lt;br /&gt;da vida que Deus lhe deu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos braços, para explicar-lhe&lt;br /&gt;o segredo de ser bom,&lt;br /&gt;a forma de ser honrado,&lt;br /&gt;de ser autêntico em tudo,&lt;br /&gt;e ser semeador de venturas&lt;br /&gt;para ser também feliz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto vale um menino?&lt;br /&gt;Vale tudo! Vale o amor,&lt;br /&gt;vale a glória de ensiná-lo,&lt;br /&gt;vale a vida que ele vive,&lt;br /&gt;vale a terra, vale o mundo,&lt;br /&gt;vale a bênção de moldá-lo&lt;br /&gt;para ser homem e ser luz!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-2603104394485139990?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/2603104394485139990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=2603104394485139990' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/2603104394485139990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/2603104394485139990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/09/quanto-vale-um-menino.html' title='Quanto vale um menino???'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SMiWLzF7oFI/AAAAAAAAADU/H-va7D92MeE/s72-c/26610.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4869840323706436678.post-8559088304313250895</id><published>2008-09-10T20:03:00.000-07:00</published><updated>2008-09-10T20:32:40.909-07:00</updated><title type='text'>É só acreditar...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SMiRIrCYGcI/AAAAAAAAACo/HUXMQDHmXK8/s1600-h/escrever.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SMiRIrCYGcI/AAAAAAAAACo/HUXMQDHmXK8/s320/escrever.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244601344250616258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na vida, aprendemos a acreditar em quase todas as coisas, com os outros. Seja com nossos pais, amigos, com a TV. Só que, nem sempre pensamos que acreditar em algo ou em alguém, é uma escolha nossa e, nem sempre, acreditamos naquilo que nos faz bem. Verifique suas crenças. Observe sua tendência fácil em acreditar em tudo o que lê, no que ouve ou vê. Você lê um jornal e acredita, assiste TV e acredita, ouve uma história e acredita. Pode ser muito fácil soltar-se no curso de um rio mas, com tamanha distração, este rio leva você a uma correnteza e você nem se dá conta. Pare para pensar em quantas pessoas e oportunidades podem ter passado por você e não encontraram sua atenção, apenas porque você resolveu acreditar que elas não lhe serviam, antes mesmo de conhecê-las. Você ouve alguém falando mal de outro alguém e julga, antes de saber quem esteve realmente com a razão. Do jeito que acreditamos tão passivamente em tudo, podemos ser facilmente manipulados pela mídia, por políticas corruptas e por qualquer pessoa que não nos deseje bem.Nossos medos são nossa maior crença. Você acredita tanto no medo que pode estar atraindo o que teme. Veja: Quando você acredita em algo, seu pensamento e fé o transformam em realidade. Então, quando você teme muito uma coisa, sua mente interpreta que você não pode temer o que não existe, então, ela cria aquilo em que você acredita e faz com que isto se torne realidade. A melhor forma de lidar com nossas crenças é averiguar se elas são positivas, se possuem sentido e se na prática, funcionam. Muitas coisas em que acreditamos não funcionam na prática. Você fica sabendo de um fato, sai por aí o contando e repassando como se fosse uma verdade sua e, no fim, pode ter espalhado um grande e inútil boato sem sentido. Pense nisto e não seja como um robô programado para acreditar simplesmente. Reflita.Procure informar-se e sentir, antes de acreditar.Escolha acreditar no amor e não no medo. Escolha acreditar em você, na sua capacidade de mudança. Acredite naquilo que você quer se tornar ou ser. VOCÊ É TUDO AQUILO EM QUE ACREDITA POIS A CONSEQUÊNCIA DO QUE FAZ, ESTÁ LIGADA A TUDO O QUE LHE ACONTECE.Se tivesse nascido em um país diferente, pertencesse a uma família diferente e tivesse feito escolhas diferentes das que fez até hoje, pergunte-se em que valeria à pena acreditar.Por último, não acredite neste texto antes de verificar se, na sua prática de vida, ele pode fazer sentido. Mas pode acreditar que, independente de suas crenças culturais, religiosas ou sociais, ter amor a si mesmo, aos outros e ao que faz, significa felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4869840323706436678-8559088304313250895?l=omelhorpoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/feeds/8559088304313250895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4869840323706436678&amp;postID=8559088304313250895' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/8559088304313250895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4869840323706436678/posts/default/8559088304313250895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://omelhorpoeta.blogspot.com/2008/09/s-acreditar.html' title='É só acreditar...'/><author><name>Diego Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00098518417331020366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-yL7rVlSC8KU/TezphaRKQ7I/AAAAAAAAAOs/phmAAwMtML4/s220/Dieguito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_z-s_eFJnWaM/SMiRIrCYGcI/AAAAAAAAACo/HUXMQDHmXK8/s72-c/escrever.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
